Dica Literária: O Incrível Hulk

Lançado em dezembro do ano passado – mas só descobri recentemente – o livro O Incrível Hulk, quinto volume da Coleção TV Estronho, de autoria de Saulo Adami, traça um panorama da clássica série de televisão do Gigante Verde no final da década de 1970 e início dos anos 1980. Embora focado na série, o livro é bem completo e traz também outras aparições do personagem da Marvel em animações e longas-metragens para o cinema, além de mostrar sua origem nos quadrinhos.

Livro contém detalhadas informações de bastidores.

Além disso, o autor revela curiosidades de bastidores e apresenta um guia com direito a sinopse e elenco de cada um dos 82 episódios nas cinco temporadas que durou a série, sem esquecer os três longas-metragens que tentaram ressuscitar o seriado e, de quebra, incluir outros personagens da Marvel como Thor e Demolidor, na expectativa de gerar séries solo desses heróis. Tem também o guia de episódios das três séries animadas do Hulk – ou seriam duas séries animadas e uma “desanimada”?

Obra traz entrevista com o desenhista Carlos Magno, que fez Captain Universe/ Incredible Hulk 1 (2006)

Ricamente ilustrado, com fotos da produção e frames capturados da TV, o livro traz ainda uma introdução escrita por uma psicóloga – esposa do autor – analisando o perfil do monstro e sua relação com o próprio comportamento humano e uma entrevista com o desenhista Carlos Magno, que trabalhou em uma importante HQ do Verdão nos Estados Unidos. Em resumo, é um livro muito bom, que serve como guia para colecionadores e saudosistas relembrarem desta série que marcou época, bem como apresentar o programa para um público novo que nunca teve contato com esta versão antiga do Golias Esmeralda.

Hulk, Thor e o “papai” Lee.

Porém, como nem tudo são flores, a obra tem um grave problema. Embora seja de autoria de Saulo Adami, o autor contou com a colaboração de dois especialistas no personagem – Marcelo Amado, que destaca algumas participações especiais nos episódios e José Aguiar, que faz o resumo dos três filmes posteriores à série. É aí que reside o perigo, pois autores com estilos diferentes no mesmo livro provocam uma quebra na narrativa que traz opiniões distintas e destoa no conjunto.

“Sr. Aguiar, não me irrite falando mal da minha série. O senhor não ia gostar de me ver nervoso!”

Exemplo: Adami tem um texto sério e passa o livro inteiro exaltando a série e mostrando sua importância para a cultura pop, sem esquecer, obviamente, que o programa tinha suas bizarrices: tinta verde que desbotava, sapatilhas verdes, peruca mal feita… Era o que o orçamento e a tecnologia da época permitiam e há que se olhar para esses “defeitos especiais” com um ar condescendente. Aguiar, por sua vez, usa do discurso “engraçadinho” (com certo exagero, até) para denegrir todos os filmes posteriores, se opondo totalmente à imagem cult que Adami tentou trazer. Há até um alerta de “informações nocivas à saúde”! Desnecessário e depreciativo.

Hulk de sapatilhas? A série tem suas falhas, mas o livro também dá seus tropeços…

Há também alguns problemas de revisão que destaca o desenhista Alex Ross como brasileiro, a Tempestade dos X-Men como “Auroru” (o nome verdadeiro da moça é Ororo) e erros de pontuação. Não chega a tirar o mérito da obra como um todo, mas poderiam ter sido evitados com um pouco mais de atenção. Esperamos que uma segunda edição do livro corrija essas falhas, pois a obra tem uma boa pesquisa que merece ser valorizada.

“Cabô” o café!! Assim não dá pra controlar a raiva…

O Incrível Hulk pode ser adquirido no site da editora, ao preço médio de R$ 39,90. Vale dizer que a Editora Estronho tem livros de outras séries clássicas de televisão, como Ultraman (falamos sobre este livro aqui), Planeta dos Macacos, Perdidos no Espaço, Kung Fu e a coleção prevê mais lançamentos, entre os quais: A Feiticeira, Terra de Gigantes, Vigilante Rodoviário, Jornada nas Estrelas e outros. Para quem gosta de séries clássicas, é um item obrigatório que não deve faltar na estante.

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Crítica: Cobra Kai – a série do Karatê Kid

Já estreou no YouTube Red, canal streaming do site de vídeos, a nova série Cobra Kai, que traz de volta, após mais de 30 anos, a dupla Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (Willian Zabka), os protagonistas rivais do clássico Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984). Quando os dois atores se juntaram e anunciaram o revival da parceria, uma onda de nostalgia tomou conta dos fãs do longa-metragem, ansiosos pelo retorno dos personagens.

A vida não foi muito generosa com Johnny

Os dez episódios já estão disponíveis no YouTube, com legendas em português. O primeiro episódio, Ace Degenerate (Campeão Degenerado em tradução livre) se passa 30 anos após o torneio de karatê, no qual Johnny foi derrotado por Daniel. De lá para cá, o rapaz passou a levar uma vida totalmente degradante, trabalhando como uma espécie de “marido de aluguel”, fazendo trabalhos como consertar encanamentos e instalar suportes de TV para madames.

Os rivais se reencontram… e a faísca reacende.

LaRusso, por sua vez, se tornou um bem sucedido empresário do ramo automobilístico, com filiais de sua loja por todo canto e propagandas constantes na TV, para suplício de Johnny, que não esqueceu a humilhante derrota nas mãos do rival (mostrada em flashbacks). O destino faz com que o caminho dos dois torne a se cruzar: um acidente provocado por Samantha LaRusso, a filha de Daniel (Mary Mouser), reacende a mágoa no coração de Johnny, que decide seguir o conselho de seu vizinho Miguel (Xolo Maridueña) e reabrir a escola Cobra Kai para ensiná-lo a lutar, usando a mesma filosofia de seu antigo sensei: “Ataque primeiro, ataque com força, sem piedade”.

Miguel vai aprender karatê no método errado.

Produzida pelos próprios Zabka e Macchio, a série promete colocar os dois rivais frente a frente e, segundo divulgado, mostrar que o vilão da história era Daniel e não Johnny. Ao mesmo tempo, a vida de Miguel e Sam também deve se cruzar e causar muitos problemas. O primeiro episódio é focado na vida de Johnny e o segundo inverte a posição e mostra os fatos sob o ponto de vista de Daniel. Cada episódio tem cerca de 30 minutos e as cenas em flashback ajudam o espectador a entender as motivações de Johnny, tornando desnecessário o conhecimento prévio do longa-metragem (se é que existe alguém que ainda não viu o filme).

Filosofia da escola Cobra Kai. Criando delinquentes.

Contudo, é inegável que Cobra Kai é uma série feita para fãs do longa-metragem. Dificilmente a série teria algum atrativo para um público que não conhece a história original. De qualquer forma, os produtores conseguiram juntar a nostalgia com uma trama envolvente e um ritmo dinâmico, gerando um bom resultado final. Se os novos personagens vão despertar nos jovens o desejo de aprender karatê com técnicas caseiras como encerar um carro ou pintar uma parede, a exemplo do filme de 1984, só o tempo dirá. Mas assim como Macchio e Zabka parecem se divertir muito voltando aos antigos papéis, talvez a pretensão da série seja apenas essa: divertir. E consegue, mas que a tarefa seria mais fácil com o sarcasmo do Sr. Miyagi (Pat Morita, morto em 2005), isso seria.

Cotação: 

Para saber mais sobre a série Karatê Kid, clique aqui, aqui e aqui.

Xeretando: A série não lançada do Demolidor

Estamos lançando uma nova seção no nosso blox, que trará uma série de curiosidades sobre quadrinhos, cinema, TV e tudo que envolve o universo da cultura pop em informações pouco (ou nada) divulgadas. Para estrear a seção Xeretando, você sabia que o Demolidor quase teve uma série de TV estrelada pela esposa do cantor David Bowie como Viúva Negra? Pois é… Se hoje todos estamos muito satisfeitos com o rumo que a Netflix deu ao herói cego da Cozinha do Inferno, nem sempre a Marvel esteve no auge de produções de qualidade.

Uma foto para registrar… e mais nada.

O ano era 1975 e, nos quadrinhos, o Demolidor vivia, já há alguns meses, uma fase em que dividia suas histórias com a Viúva Negra, numa parceria que ia além do combate ao crime (os dois heróis também tiveram um romance). Interessada na personagem, Angela Bowie, esposa do roqueiro David Bowie, entrou em contato com Stan Lee e pediu autorização para produzir uma série de TV do Homem sem Medo, estrelada por ela própria como a espiã russa. Lee deu sinal verde para o projeto e a “atriz” teve os direitos por um ano. Ela chegou a fazer imagens promocionais, fantasiada de Viúva Negra, ao lado do ator Ben Carruthers como Demolidor.

Primeira versão live-action do Demolidor (bem… mais ou menos…)

Considerada muito cara para ser produzida, a série não passou disso. O Demolidor só seria adaptado para live-action em 1989, quando o ator Bill Bixby incluiu o herói no telefilme O Julgamento do Incrível Hulk. Interpretado pelo ator Rex Smith (da série Moto Laser), o Demolidor tinha um visual que pouco lembrava o dos quadrinhos, com um uniforme todo preto e máscara sem abertura para os olhos. Curiosamente, este visual seria usado por Frank Miller na minissérie O Homem sem Medo (1993).

Continuaremos xeretando pelo universo pop e, em breve, traremos mais curiosidades. Agradecimentos ao amigo Júnior Batson pela batalha na escolha do nome desta seção.

Operação Big Hero – A Série estreia no Disney XD

Operação Big Hero, grande sucesso da Disney baseado na equipe de super-heróis da Marvel, ganhou uma série animada que estreia em breve (a previsão é para 1 de março, nos Estados Unidos). A Disney liberou um curta-metragem para aquecer os motores e exibirá no canal Disney XD no próximo sábado, 24 de fevereiro, às 18h30, após a exibição do longa-metragem de 2014, programado para as 16h30. Nós adiantamos pra vocês a prévia da série, que promete ser bem divertida, graças ao robô Baymax.

 

Crítica: Raio Negro

A DC Comics passou a frente de sua rival e, um mês antes da estreia do Pantera Negra nos cinemas, colocou no ar, a série Raio Negro (Black Lightning, 2018), um super-herói afro-americano, com um elenco formado quase em sua totalidade por atores desta etnia. A série estreou no dia 16, pelo canal CW e chegou ontem à Netflix, numa parceria que vai permitir que o público brasileiro possa ver a série com apenas uma semana de atraso em relação à exibição oficial nas TVs americanas.

Elenco da série é quase totalmente formado por atores negros

A estreia tem um grau de importância muito grande, uma vez que o longa do Pantera Negra vinha sendo considerado uma iniciativa ousada da Marvel ao produzir um filme de super-heróis com um elenco totalmente formado por atores afrodescendentes com um protagonista que, além de tudo, carrega a marca de ser o primeiro personagem negro da editora. Nesse sentido, a série da DC estrear primeiro um programa nos mesmos moldes é uma clara declaração de guerra (no bom sentido), uma vez que todos sabemos que a editora é praticamente imbatível em suas séries de TV, ao contrário da concorrente.

Fazendo uma entrada triunfal

Vale mencionar que o pioneirismo ainda pertence à editora de Stan Lee, que nos brindou com a ótima série de Luke Cage pela Netflix em 2016, mas considerando que o canal streaming tem um público restrito, a série Raio Negro estar num canal aberto faz toda diferença e garante a liderança à DC Comics nesse quesito. O grande problema, se é que se pode chamar assim, é a falta de popularidade do herói junto ao público, visto que, mesmo quem acompanha quadrinhos, conhece pouco sobre ele. Mas aí é que está o desafio da série: começar praticamente do zero e apresentar o personagem com categoria para ganhar o público. Isso, a série faz muito bem.

Tobias Whale domina o crime na cidade.

Raio Negro é Jefferson Pierce (Cress Willians), diretor de uma escola, que teve uma carreira como super-herói no passado, mas a abandonou após quase morrer numa batalha (o primeiro episódio não dá muitos detalhes sobre como isso ocorreu). No entanto, com a criminalidade sempre crescente na cidade, Pierce vê sua filha adolescente, Jennifer (China Anne McClain), ameaçada pelos 100, o grupo de delinquentes que domina o local. Assim, ele se vê obrigado a vestir novamente seu uniforme, aperfeiçoado pelo amigo alfaiate Peter Gambi (James Remar). Ao mesmo tempo em que precisa convencer a esposa, que é contra sua vida heroica, Pierce tem que lidar com o mafioso Tobias Whale (o rapper Marvin “Krondon” Jones III) que, aparentemente, é o responsável por quase ter matado Raio Negro no passado.

Momento “massavéio”: Willians mostra os poderes, mas força nas expressões.

A série tem um bom ritmo, mas Willians não convence no papel do herói. Parece ligado no piloto automático, passando pouca credibilidade. De qualquer forma, pode ser apenas uma impressão inicial, visto que o ator tem vários anos de carreira – inclusive em séries de sucesso como Prison Break, Veronica Mars e West Wing – e o personagem ainda tem muito que crescer. O uniforme neon também incomoda inicialmente, principalmente porque o traje clássico dos quadrinhos é mostrado em flashback, na carreira antiga de Raio Negro, e funcionou muito bem.

“Calmae, já vou apagar a luz!”

De qualquer forma, a trama é muito bem elaborada e empolgante. Tem tudo para ser mais um acerto da DC Comics em sua linha de séries – lembrando que Raio Negro funciona de maneira independente e não terá ligação com as outras séries do canal: Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow, que fazem parte do “Arrowverse”, universo compartilhado da TV. Raio Negro passa toda quarta-feira pelo canal CW e o episódio daquela semana é disponibilizado na semana seguinte, sempre às terças-feiras, pela Netflix.

Estreia eletrizante

Nos quadrinhos, Raio Negro estreou em 1977, em título próprio, criação de Tony Isabella (texto) e Trevor von Eeden (arte). Originalmente, os poderes elétricos do herói eram artificiais, gerados pelo cinto que conduziam energia pelo seu uniforme. Posteriormente, o uso constante desse artefato acabou por ativar o metagene no DNA de Pierce, que adquiriu os poderes sem a necessidade do acessório. O título do Raio Negro durou apenas 11 edições, mas o herói continuou a fazer participações especiais em outros títulos.

“Secundário é o Xaveco! Eu faço parte dos grandes!”

Raio Negro ganhou outro título-solo em 1995 que também teve vida curta: apenas 13 edições. Ele foi membro dos Renegados – equipe fundada pelo Batman quando este se desentendeu com a Liga da Justiça e abandonou a equipe para fundar a sua própria – e, pouco tempo depois, se tornou membro da própria Liga. Por questões de direito autoral, a animação dos Superamigos contou com a presença do herói Vulcão Negro, que foi claramente inspirado no personagem. Uma curiosidade: Raio Negro foi também o nome escolhido para o personagem da Marvel, líder dos Inumanos. Contudo, é importante destacar que essa homônimo é só na tradução brasileira. O nome original dos personagens são diferentes: enquanto o da Marvel é conhecido como Black Bolt, o da DC chama-se Black Lightning.

Rapidinhas do Mutante 3/2018

Cá estamos para mais uma edição das nossas Rapidinhas do Mutante, com notícias curtas do que aconteceu durante a semana no mundo da cultura pop.

A redenção do vilão

– Segunda chance: Após encarnar Sinestro no malfadado filme do Lanterna Verde (2011), o ator Mark Strong foi confirmado no elenco do vindouro filme do Shazam – o ex-Capitão Marvel da DC. Ele fará o papel do Dr. Silvana, o cientista inimigo do herói trovejante. A expectativa é que aconteça com ele o mesmo que houve com Ryan Reynolds, que saiu de um fracassado Lanterna Verde para um bem sucedido Deadpool. Estamos na torcida para que o Dr. Silvana seja a virada na carreira do ator e a redenção de Sinestro.

Kitty Pryde é legal, mas será que tem potencial para um filme-solo?

– Vem aí…: Depois da Fox anunciar a retomada do filme-solo do Gambit (parece que só o estúdio tem interesse nesse filme…), uma nova X-Man também ganhará um longa só pra ela. O diretor Tim Miller (Deadpool) confirmou que está trabalhando na adaptação de um filme de Kitty Pryde, a mutante com poder de atravessar objetos sólidos. Por enquanto, ainda não tem data marcada para estreia, nem nenhum nome confirmado no elenco. Outra personagem que também está em estudos há um bom tempo e parece que finalmente sairá do papel com um filme só dela é a Viúva Negra. Este blog acredita que um filme da Viúva tem tudo para dar certo, com uma aventura de espionagem no melhor estilo James Bond. Já a Kitty, embora gostemos da personagem, não dá pra imaginar que ela tenha cacife para segurar um filme sozinha. Mas tudo pode acontecer. Aguardemos o desenrolar dos fatos.

Vai, monstro!

– A volta do Rei dos Monstros: Estreou na Netflix uma animação longa-metragem do monstro mais querido do cinema. Claro que estamos falando de Godzilla, cujo desenho é todo computadorizado e produzido pelo estúdio de anime japonês Polygon Pictures, responsável pelo longa Final Fantasy (2001) e também pela animação Star Wars: The Clone Wars para a Lucas Film, entre outros trabalhos. Na trama, os habitantes da Terra foram obrigados a fugir do planeta por conta do monstro e, depois de 20 anos no espaço, decidem retornar e enfrentá-lo. Porém, para a Terra, se passaram 20 mil anos e a própria geologia do planeta está diferente. Só uma coisa permanece: Godzilla, claro! O visual do monstro é idêntico à produção recente feita para o cinema (há, inclusive, cenas que foram nitidamente tiradas do filme), mas os movimentos do monstro são lentos e limitados. A segunda parte do longa-metragem já tem confirmação para maio/2018.

A volta da supercueca.

– Volta às origens: A revista Action Comics aproveita a milésima edição para atender ao desejo de milhares de fãs do Superman ao redor do mundo e trazer de volta o visual clássico do herói, com a sunga vermelha, que foi abandonada em 2011, com o reboot do Universo DC. Odiada por muita gente e motivo de várias piadas, a peça foi inspirada no visual dos halterofilistas de circo e ajudava a compor o visual do traje. A revista Action Comics 1 foi a edição de estreia do Superman em 1938 e chega à sua milésima edição em abril de 2018. Além da volta da sunga vermelha, a edição também marca a estreia do roteirista Brian Michael Bendis na DC.

Quem disse que vilões não se destacam?

– Esta semana, via Twitter, o canal Hulu liberou novos cartazes da série Fugitivos, focando o Orgulho, o grupo de vilões formado pelos pais dos jovens protagonistas. A série encerrou a primeira temporada no dia 9 de janeiro, com 10 episódios e já foi renovada para a segunda, ainda sem data de estreia. Confira as imagens do Orgulho.

Rapidinhas do Mutante 1/2018

Ainda em clima de ano novo, estamos resgatando esta seção, para publicar notícias curtinhas do mundo pop que aconteceram durante a semana. Com isso, devolvemos um pouco do caráter jornalístico do nosso blog, que acabou se perdendo ao longo do tempo.

Novas temporadas

– Duas séries da Marvel foram renovadas para a segunda temporada nesta semana: a primeira delas é The Gifted (Fox), que se passa no universo mutante e terá seu último episódio da primeira temporada exibido esta semana, num especial de duas horas. A outra é Fugitivos (Hulu), uma surpresa em se tratando de um canal streaming. Parece que a série teve ótima aceitação do público pela grande fidelidade aos quadrinhos. Ótima notícia!

Novos encadernados da fase Renascimento

– A DC anuncia “uma invasão” de encadernados nas bancas em fevereiro. Os encadernados com a fase Renascimento têm dado muito certo e o mês que vem trará cinco deles: Flash e Exterminador chegam em seus terceiros volumes, enquanto que os Titãs, Hellblazer e o Novo Super-Man lançam o volume dois de cada um. Prepare o bolso!

Lançamentos Disney

– A Disney também está com novidades nas bancas: a primeira delas é a estreia de Lendas Disney, um encadernado trimestral que trará as primeiras histórias dos personagens. O número de estreia trará o Superpato (192 páginas, capa cartão, R$ 29,90) e chega ainda em janeiro. No mês seguinte, será a vez de Disney Saga (192 páginas, capa cartão, R$ 29,90), publicação trimestral  que trará sempre uma saga completa ou uma série que se estenda por mais de uma edição. A estreia será com A Nova História e Glória da Dinastia Pato, HQ inédita publicada na Itália. Em março chega Os Melhores Anos Disney, no mesmo formato, abordando sempre um ano marcante para as publicações Disney no Brasil. Na estreia, o ano de 1950, ano da estreia de O Pato Donald 1, título que inaugurou a Editora Abril.

Coleção selvagem

– Finalmente, depois de um bom tempo em que foi lançada no “mercado-teste”, chega às bancas em março a coleção de A Espada Selvagem do Conan, pela Salvat. Como as anteriores, será quinzenal, capa dura, com arte na lombada e terá 65 volumes.

Quadrinhos divinos.

– A Editora 100% Cristão lançou uma coleção de quadrinhos baseada em personagens bíblicos. Falaremos detalhadamente sobre elas em um post específico sobre o tema.

A Força está com eles.

Star Wars – O Último Jedi fechou o ano passado como a maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos, segundo o site Box Office Mojo. O filme ultrapassou o líder (desde março) A Bela e a Fera e faturou US$ 539,4 milhões com apenas 15 dias de exibição. Mundialmente, o oitavo capítulo da saga espacial ficou em terceiro lugar, com US$ 1, 129 bilhão. Perdeu para Velozes e Furiosos 8 (US$ 1, 235 bi) e A Bela e a Fera (US$ 1, 263 bi).