Leituras da Semana – Maio (2)

Com um pequeno atraso, seguem as leituras da última semana, as quais incluem três encadernados recentes, com um deles republicando HQs clássicas do final da década de 1980.

Uma aula de como ridicularizar personagens

Luke Cage e Punho de Ferro 1 (abr/2017) – Há dois tópicos a se considerar nessa HQ que traz de volta uma união dos heróis que fez grande sucesso nos anos 1970. Primeiro, a química entre os personagens, diferentes por concepção – um é loiro, rico, disciplinado e lutador de kung fu, com poder de centralizar seu chi – a força vital do ser humano – no seu punho e torná-lo tão forte quanto o ferro; o outro é seu oposto: negro, morador de um bairro pobre, ex-ladrão de rua, bruto e com a pele invulnerável – , funciona perfeitamente bem. Por isso, é sempre bom vê-los unidos nesta clássica parceria. As seis histórias são bem humoradas e apelam para o lado irônico da relação entre eles, com diálogos escrachados o tempo inteiro. Nesse ponto, positivo, o encadernado é bacana. O segundo tópico, porém, o buraco é mais embaixo: tem se tornado uma tendência nos quadrinhos da Marvel a ridicularização dos personagens. Antigamente (pronto, senta que lá vem papo de velho!), o único “engraçadinho” era o Homem-Aranha. Mas era a característica do herói e a gente não reclamava porque não faltava ação, drama e emoção nas histórias. Hoje, todo personagem quer ser candidato a uma vaga nA Praça é Nossa e perde sua característica. A velha função de contar uma história que mostre o bem sempre vencendo o mal e ensine que o crime não compensa não existe mais. Hoje, os roteiros primam por ridicularizar os heróis e mostrar que superpoderes são bobagens que não existem na vida real, em histórias vazias e esquecíveis assim que você vira a quarta capa da edição. Em suma, os personagens viraram versões humanas do Pato Donald e companhia. Nesse sentido, me incomodou bastante a descaracterização do Punho de Ferro (um crianção tagarela e retardado, coisa que ele nunca foi) e Luke Cage (o “pé-no-chão” da dupla e, por isso mesmo, ranzinza e resmungão). Ou seja: a revista é divertida, mas é retardada. E ainda tem outro volume vindo aí.

Um álbum feito com o coração sertanejo

Graphic MSP 15 – Chico Bento: Arvorada (abr/2017) – Segundo volume da coleção dedicada ao caipirinha, desta vez a história foge do humor e do realismo fantástico da edição escrita por Gustavo Duarte (veja a nossa crítica aqui) e, nas mãos do quadrinhista Orlandeli, ganha um ar mais lúdico e sensível, sem esquecer do clima bem humorado que é característica do personagem. Com grande simplicidade e uma genialidade incomum, a história viaja por vários tons de narrativa: ora assume um clima descontraído como uma brincadeira de criança para, logo em seguida cair no teor sério de um acontecimento da vida e segue pelo reino da fantasia com a inclusão dos conhecidos personagens das lendas interioranas, tudo conduzido com maestria e sem destoar o roteiro. A arte também contam a história e são de uma beleza e sensibilidade ímpar. Ao final, temos um álbum lindíssimo que entra no ranking das melhores GMSP já lançadas e forte candidata a prêmios literários. Imperdível!

Segredos do passado dos vilões são revelados

Origens Secretas: Os Maiores Vilões de Gotham (abr/2017) – Um produtor de TV resolve “ouvir o outro lado” e, apesar de um aviso noturno do Batman (como só ele é capaz de dar) sobre os perigos da empreitada, realiza um programa entrevistando pessoas ligadas aos principais vilões de Gotham, que contam suas origens. Assim, o leitor fica sabendo de detalhes do passado do Pinguim, Charada e Duas-Caras. Em outra HQ com temática semelhante, um agente do Governo faz uma entrevista com a Hera Venenosa na prisão para saber se ela tem potencial de ingressar no Esquadrão Suicida. A última HQ não tem a ver com origem de nada, mas mostra o Coringa e o Batman participando de uma filmagem do que parece ser uma série de TV. Roteiro nonsense e nada a ver, só pra colocar o Coringa na roda, afinal, ele é o principal nêmese do Batman e não podia faltar na seleção de histórias. De um modo geral, o encadernado é bacana, com leitura rápida (são apenas 92 páginas), mas nada que mereça muitos aplausos – muito embora seja um material bem superior ao que se tem nas bancas atualmente.

Crítica: Alien: Covenant

Estreia no dia 11 de maio o novo filme da franquia Alien (o oitavo, contando com os quatro principais, mais dois versus Predador e o prelúdio Prometheus, de 2012). O longa Alien: Covenant é a continuação direta de Prometheus (leia nossa crítica aqui) e se passa vários anos após a história, mas ainda antes do primeiro Alien, o Oitavo Passageiro (1979). O diretor, novamente, é Ridley Scott.

Cotação: 

Crítica: Os Guardiões

Há alguns meses, falamos aqui sobre Os Guardiões (Zashchitniki, 2017), filme de super-heróis feito na Rússia, que estreou em fevereiro pelos lados da Europa e Ásia. Distribuído no Brasil pela Paris Filmes, o longa tem previsão de estreia para agosto (segundo o site IMdB), mas provavelmente só sairá mesmo (se sair) no mercado doméstico. Nem no seu país de origem os heróis deram muito ibope: no final de semana da estreia, o filme ficou em primeiro lugar nas bilheterias, mas teve uma queda de 90% no faturamento logo na semana seguinte. No total, o custo estimado de US$ 5 milhões de dólares deu prejuízo aos cofres russos, pois a bilheteria foi de apenas US$ 4.800 (dados do Box Office Mojo).

Homem-urso tem efeitos bem artificiais

Nós tivemos acesso ao longa-metragem e podemos afirmar que, quanto à parte técnica, é muito bem produzido e deixa pouco a desejar às produções hollywoodianas. Tem bons efeitos especiais – apenas o personagem Arsus, que tem a habilidade de se transformar em um homem-urso, tem movimentos artificiais e passa a impressão de ter saído de uma tela de videogame. Porém, os outros personagens convencem na caracterização.

A galáxia será salva novamente… mas não por esses guardiões.

O grande problema de Os Guardiões está mesmo no roteiro. A trama não se aprofunda nos personagens e limita-se a mostrar um grupo de agentes modificados geneticamente durante o período da Guerra Fria voltando à ativa para combater uma ameaça que também sobreviveu às mesmas experiências, mas resolveu se voltar para o mal e se vingar do governo que lhe fez sofrer. Mais clichê, impossível.

Vilão genérico e bombadão sem qualquer carisma

Encontrados e recrutados por uma agente da Shield… isto é… da inteligência russa, os heróis – Ler,  o líder do grupo, com a habilidade de controlar a terra; Xenia, capaz de ficar invisível quando próxima da água; Khan, um hábil lutador com foices e supervelocidade; e Arsus, com o poder de se transformar em um urso (o animal símbolo da Rússia) – são enviados contra Kuratov, que tem a habilidade de controlar equipamentos eletrônicos e também de gerar antipatia para o público que assiste o filme.

Morra de inveja Rocky Racoon!

Com a premissa de ser um Quarteto Fantástico russo, o filme não chega a ser totalmente ruim, mas está longe de passar alguma emoção aos espectadores ou gerar identificação dos personagens com o público. É um filme frio, que apenas cumpre o papel de entreter, sem qualquer comprometimento. Enquanto os filmes hollywoodianos buscam gerar uma empatia capaz de gerar uma franquia, Os Guardiões não fazem nenhum esforço para seguir essa regra: o filme nasceu para ser único. Pelo menos, até a Marvel resolver lançar um longa-metragem dos Supersoldados Soviéticos e mostrar como é que se faz um filme de super-heróis.

Vanguard, Ursa Maior, Dínamo Escarlate e Estrela Negra: os heróis russos da Marvel.

Cotação: 

 

Leituras da semana – Abril (5)

Encerrando o mês de abril, as leituras desta semana, que inclui o aguardado Renascimento da DC, nova fase da editora do Superman e cia., que tenta resgatar leitores antigos trazendo conceitos que ficaram perdidos desde a estreia de Os Novos 52 em 2011. À exceção de Detective Comics, Liga da Justiça e Lanternas Verdes (que ainda não foram lançadas), fizemos uma análise de todas as edições, para você saber exatamente o que vai encontrar nesse recomeço da editora. Então, vamos lá!

Ei, pare de atirar no meu logotipo!!

Viúva Negra (mar/2017) – Nova fase da espiã russa capitaneada pelo experiente Mark Waid, que foi responsável por um excelente e elogiado período com o Demolidor. Na história, Natasha se vê envolvida com um criminoso que ameaça revelar um grande segredo de seu passado a não ser que ela roube informações da Shield. De uma hora pra outra, a Viúva se vê perseguida pela organização e vista como criminosa – algo corriqueiro na sua atribulada vida. Waid consegue criar uma trama ágil e envolvente usando pouquíssimos diálogos. Na expectativa para o volume 2.

Recomeçando o recomeço. De novo.

Universo DC: Renascimento (mar/2017) – O ponto de partida para mais uma reformulação no Universo DC, resgatando conceitos que foram deixados para trás quando a fase Novos 52 teve início. A história é dividida em quatro capítulos e tem uma narrativa envolvente, mas deixa mais perguntas do que traz respostas. Espera-se que estas sejam respondidas nas séries mensais dos heróis. Como sempre, o pivô de tudo é o Flash – na verdade, o Kid Flash original, Wally West, que volta da Força de Aceleração para tentar restaurar a memória dos heróis sobre o que aconteceu antes do Ponto de Ignição. Destaque para o editorial de Diane Nelson, presidente da DC, dizendo que “os Novos 52 foram um sucesso”. Tanto é verdade que estão voltando os heróis ao que eram antes dessa fase.

Adivinhe quem está na capa?

Homem de Ferro 5 (abr/2017) – Mais duas histórias do Homem de Ferro, com grande destaque para a participação da jovem Riri Willians e a apreensão do povo, que acredita que Tony Stark está morto. A história é dinâmica e tem ótimos diálogos, uma coisa na qual o roteirista Brian Michael Bendis é excelente.

Leitura relâmpago (e o Flash nem está na história)

Cavaleiro das Trevas III – A Raça Superior 7 (abr/2017) – Depois de vários meses de espera, mais um volume desta saga que começou muito bem, mas já dá mostras de falta de assunto. A história é lida em apenas cinco minutos (ou menos) e não tem nenhum roteiro. Texto vazio de tudo, feito apenas para cumprir o protocolo de completar a quantidade de fascículos (o próximo é o último, previsto para maio nos EUA). A minirrevista é Estranhas Aventuras, protagonizada pelo Gavião Negro, Mulher-Gavião e Lanterna Verde.

O verdadeiro Superman está de volta (mas ainda sem cueca)

Superman – Renascimento 1 (abr/2017) – O Superman está morto. E o Superman assume seu lugar. Não entendeu? Nem eu. Mas vamos com calma que dá pra pegar pelo contexto e acompanhar a volta do herói clássico ao Universo DC – ainda que sem a cueca vermelha por cima da calça (mas referenciada numa imagem flashback). O Homem de Aço continua inspirando pessoas e sendo um símbolo de esperança para o planeta, mas agora tem um motivo a mais para ser tudo isso: seu filho Jonathan, a quem precisa ser modelo de integridade.

De volta aos holofotes

Mulher-Maravilha – Renascimento 1 (abr/2017) – Depois de quase 35 anos sem ter um título próprio (excetuando-se as edições especiais), a Princesa Amazona ganha um título só dela. Na trama, a heroína descobre que está vivendo uma mentira e parte em busca de respostas. Apesar de abandonar seu visual Novos 52 e adotar um traje igual ao usado nos cinemas, algumas mudanças da fase anterior permanecem, como Etta Candy negra e Steve Trevor mais jovem. No entanto, fica claro a mistura de versões, como a heroína se questionando se veio do barro (versão anos 80) ou se foi fruto de uma relação entre Hipólita e Zeus (N52). Vamos ver onde isso vai dar.

Gotham tem um novo herói. E não é o Batman.

Batman – Renascimento 1 (abr/2017) – Numa história bem mal explicada (ok, me perdoem, estou voltando pra DC agora, então acho que perdi muita coisa, que espero recuperar no caminho) Batman treina um novo pupilo e enfrenta o Homem-Calendário, que faz, sabe-se lá como, cada dia ser uma estação do ano diferente. E a história termina como começou: sem sentido. Ok, vamos em frente: a segunda HQ é bem dinâmica e mostra o Batman como o grande herói que ele é, salvando um avião de cair no meio de Gotham (sim, já vimos isso antes em todos os filmes do Superman e da Supergirl). O final surpreendente deixa um gosto de quero mais para a próxima edição.

Ação sem limites

Action Comics 1 (Abr/2017) – Ainda tentando entender o motivo de lançar por aqui uma revista com título em inglês (que não seja o nome do personagem, bem entendido), por mais icônico que ele seja, a revista é, como diz o nome, pura ação. Superman primeiro quebra o pau com Luthor, que roubou para si o nome de “superman”. Depois, surge do nada a ameaça do Apocalypse. Como se não bastasse, no meio do público, aparece o repórter Clark Kent. Reviravoltas e mais reviravoltas em duas histórias bombásticas.

Aquaman, mais vivo do que nunca.

Aquaman – A Morte de um Rei (abr/2017) – Terceiro encadernado do Rei dos Mares publicado pela Panini, mas na verdade é o quarto, pois parte das edições entre o volume 2 e este foram publicadas em Liga da Justiça – O Trono da Atlântida. Aliás, a primeira HQ deste volume é a conclusão da saga – mas mesmo quem não leu, vai entender a história normalmente. Como os anteriores, as histórias solo do Aquaman da fase Novos 52 são muito bem escritas e se aprofundam na personalidade do herói, de tal modo que, quem o considera um herói inútil, muda de ideia rapidinho. Nesta trama, o recém-empossado Rei da Atlântida descobre o peso desta responsabilidade, principalmente quando um antigo rei tido como morto há muitos anos, retorna para requisitar o seu posto de volta. E, para derrotá-lo, Aquaman precisa descobrir segredos de seus antepassados. Excelente volume, cheio de ação e boas reviravoltas.

Crítica (em vídeo): Guardiões da Galáxia Vol. 2

Com estreia em 27 de abril (uma semana antes que nos Estados Unidos), o filme Guardiões da Galáxia Vol. 2 chega aos cinemas dando continuidade à Fase 3 da Marvel e com a missão de manter o alto nível do longa anterior, que conquistou público e crítica. Será que ele conseguiu? Veja a crítica no vídeo:

Cotação: 

Leituras da Semana – Abril (4)

As leituras desta semana trazem algumas edições de abril, organizando o calendário da Panini, que costumava lançar as edições com um mês de atraso. Além disso, também inclui algumas aquisições do Festival Guia dos Quadrinhos.

Estudar História pode ser divertido.

Saiba Mais – História do Brasil (set/2011) – Uma das aquisições do Festival Guia dos Quadrinhos, esse encadernado reúne sete edições mensais da revista Saiba Mais que, juntas, narram momentos importantes da nossa História, como o Descobrimento do Brasil, Índios, Folclore, Independência do Brasil, Proclamação da República, Imigrantes e Imigração Japonesa. Todas com o humor característico da turminha mais amada do Brasil. Além de divertida, a edição também é didática e educativa. Uma importante colaboração de Mauricio de Sousa para a Educação no País.

Dr. Estranho enfrenta o fim da magia

Doutor Estranho 5 (abr/2017) – As duas aventuras do Mago Supremo mostram o doutor reunindo suas últimas forças contra o destruidor da magia Empirikul. A capa é feia pra dedéu, mas as histórias são bem interessantes.

Briga de família

Thor 3 (abr/2017) – O pau quebra feio quando a poderosa Thor resolve enfrentar Odin. A briga abala todo o Reino Dourado, que entra numa guerra civil cujo resultado só pode terminar em tragédia. A segunda história, no estilo Contos de Asgard narra uma aventura das antigas do poderoso Thor, narrada por Loki. É uma boa história que seria ainda melhor se a arte fosse menos “rupestre”.

Indo aonde ninguém jamais escreveu.

Coleção Mundo Nerd – Como a Cultura Nerd Mudou o Mundo – Vol 1: Star Trek (jun/2016) – Um compêndio de informações sobre a série Star Trek e sua importância para a cultura pop, com bastidores da série de TV e das produções cinematográficas, as outras mídias – livros, animação, HQ – em que a franquia investiu. Um excelente trabalho de pesquisa da equipe da revista Mundo Nerd (que, modéstia à parte, contou com um capítulo escrito por mim) numa coleção de alto nível, que só não é melhor porque o livro não tem capa dura como a Coleção Mundo dos Super-Heróis, lançada poucos tempo antes. Mas a capa cartonada de forma alguma desqualifica a coleção, que até ganha uma identidade própria. É um excelente material para antigos fãs e também para os novos, que desejam ingressar nesse rico universo.

Aventuras espaciais bem humoradas

Guardiões da Galáxia 4 (mar/2017) – Os Guardiões precisam salvar Gamora das mãos de Hala e o Senhor das Estrelas tem um plano. Ou não, para desespero de Rocky. Drax e seu novo amigo Terrax são capturados e forçados a lutar numa arena para diversão de Fin Fang Foom. O destaque fica para o resgato do personagem Torgo, que só os fãs beeeeeeeeeeeem antigos do Quarteto Fantástico vão lembrar. Rocky e Groot jogam futebol com o Homem de Ferro numa HQ que é puro besteirol e não tem nada de útil, mas é diversão pura.

Rocky e Groot são a cara dos personagens Disney

Guardiões da Galáxia 5 (abr/2017) – Mais três HQs com o clima descontraído dos Guardiões. Na primeira, o arco de Hala é encerrado e o Senhor das Estrelas precisa lidar com uma conspiração do Conselho Galáctico para tirá-lo da liderança de Spartax. Na história do Drax, o enfezado personagem enfrenta o poderoso Fin Fang Foom e percebe que ele não é tão casca grossa quanto parece (metaforicamente falando). Já a HQ do Rocky e Groot, passa a impressão de que estamos lendo um gibi do Pato Donald: é engraçada, mas totalmente inútil, feita apenas para divertir. O próprio estilo da arte imita o estilo das HQs da Disney. Teria muito apelo entre o público infantil se fosse lançada em formatinho e como título independente.

O épico da fantasia.

Coleção Mundo Nerd – Como a Cultura Nerd Mudou o Mundo – Vol 2: O Senhor dos Anéis (nov/2016) – Edição primorosa, com tudo o que é necessário para mergulhar no universo criado por J. R. R. Tolkien e se aprofundar em suas criações. Mesmo que não tenha visto os filmes ou lido os livros, a edição esmiúça a característica de cada personagem, dá detalhes de bastidores – tanto do livro como do filme – e explica por quê a obra, escrita de forma tão despretensiosa, modificou a cultura pop e se tornou um épico.

Crítica: Power Rangers

Estreia em 23 de março o novo filme da série Power Rangers, grande sucesso nipo-americano da década de 1990. O longa-metragem volta às origens e conta como surgiu a equipe, mostrando cinco jovens adolescentes descobrindo moedas místicas que lhe conferem poderes especiais. Veja nossa crítica em vídeo:

Cotação: