Crítica (em vídeo): Viva – A Vida é uma Festa

As primeiras estreias de janeiro incluem a nova animação da Pixar Studios, Viva – A Vida é uma Festa (Coco, 2017), que chega ao Brasil com dois meses de atraso em relação ao exterior, certamente para aproveitar o período das férias escolares, quando as famílias podem ir juntas ao cinema. Veja nossa crítica em vídeo sobre o filme:

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Rapidinhas do Mutante 1/2018

Ainda em clima de ano novo, estamos resgatando esta seção, para publicar notícias curtinhas do mundo pop que aconteceram durante a semana. Com isso, devolvemos um pouco do caráter jornalístico do nosso blog, que acabou se perdendo ao longo do tempo.

Novas temporadas

– Duas séries da Marvel foram renovadas para a segunda temporada nesta semana: a primeira delas é The Gifted (Fox), que se passa no universo mutante e terá seu último episódio da primeira temporada exibido esta semana, num especial de duas horas. A outra é Fugitivos (Hulu), uma surpresa em se tratando de um canal streaming. Parece que a série teve ótima aceitação do público pela grande fidelidade aos quadrinhos. Ótima notícia!

Novos encadernados da fase Renascimento

– A DC anuncia “uma invasão” de encadernados nas bancas em fevereiro. Os encadernados com a fase Renascimento têm dado muito certo e o mês que vem trará cinco deles: Flash e Exterminador chegam em seus terceiros volumes, enquanto que os Titãs, Hellblazer e o Novo Super-Man lançam o volume dois de cada um. Prepare o bolso!

Lançamentos Disney

– A Disney também está com novidades nas bancas: a primeira delas é a estreia de Lendas Disney, um encadernado trimestral que trará as primeiras histórias dos personagens. O número de estreia trará o Superpato (192 páginas, capa cartão, R$ 29,90) e chega ainda em janeiro. No mês seguinte, será a vez de Disney Saga (192 páginas, capa cartão, R$ 29,90), publicação trimestral  que trará sempre uma saga completa ou uma série que se estenda por mais de uma edição. A estreia será com A Nova História e Glória da Dinastia Pato, HQ inédita publicada na Itália. Em março chega Os Melhores Anos Disney, no mesmo formato, abordando sempre um ano marcante para as publicações Disney no Brasil. Na estreia, o ano de 1950, ano da estreia de O Pato Donald 1, título que inaugurou a Editora Abril.

Coleção selvagem

– Finalmente, depois de um bom tempo em que foi lançada no “mercado-teste”, chega às bancas em março a coleção de A Espada Selvagem do Conan, pela Salvat. Como as anteriores, será quinzenal, capa dura, com arte na lombada e terá 65 volumes.

Quadrinhos divinos.

– A Editora 100% Cristão lançou uma coleção de quadrinhos baseada em personagens bíblicos. Falaremos detalhadamente sobre elas em um post específico sobre o tema.

A Força está com eles.

Star Wars – O Último Jedi fechou o ano passado como a maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos, segundo o site Box Office Mojo. O filme ultrapassou o líder (desde março) A Bela e a Fera e faturou US$ 539,4 milhões com apenas 15 dias de exibição. Mundialmente, o oitavo capítulo da saga espacial ficou em terceiro lugar, com US$ 1, 129 bilhão. Perdeu para Velozes e Furiosos 8 (US$ 1, 235 bi) e A Bela e a Fera (US$ 1, 263 bi).

Preview 2018

O ano de 2018 já despontou e, como sempre fazemos, nosso primeiro post traz as estreias de cinema deste ano, com nosso “expectativômetro” para cada produção, onde a alta expectativa “acende” a setinha vermelha. Ano passado foi um ano bem rico para o universo nerd, mas este ano não fica atrás. Teremos onze (isso mesmo, ONZE!) filmes de super-heróis – incluindo três desenhos animados – contra seis do ano anterior. Pegue aquela agenda que você ganhou no Natal e anote as datas para não perder nenhum filme!

Emoção no estilo Pixar

Coco – A Vida é uma Festa (Estreia Brasil: 4 de janeiro): O ano já abre com um filmaço da Disney-Pixar que os críticos lá fora já aprovaram, uma vez que o longa estreou em novembro nos Estados Unidos. Conta a história do garoto Miguel, que alimenta o sonho de ser músico e precisa ir contra sua família para realizá-lo.

Expectativa: 

Aguardada continuação

Maze Runner: Cura Mortal (Estreia Brasil: 25 de janeiro): O terceiro filme da série literária demorou para sair por conta de um acidente com o ator Dylan O’Brien, que interpreta o protagonista Thomas. Para não substituir o ator, o estúdio optou por atrasar as filmagens para esperar a recuperação do rapaz. Só por essa iniciativa, que demonstrou imenso respeito pelo trabalho do ator  e com o público, o filme já merece ser visto. A franquia tem demonstrado ser muito boa, então, a espera só aumentou a expectativa.

Expectativa: 

Aventura africana

Pantera Negra (Estreia Brasil: 15 de fevereiro): Depois da vergonha alheia de Thor: Ragnarok fica difícil saber o que esperar desse filme, com um personagem obscuro e de pouca relevância no Universo Marvel. Aparentemente, parece que será uma boa produção, mas nada capaz de abalar os alicerces do cinema. Talvez apenas uma história de ligação que prepara o terreno para o longa dos Vingadores, mas lembrando que Guardiões da Galáxia e Homem-Formiga também era irrelevantes e se mostraram ótimas produções, tudo pode acontecer. Uma certeza: será um filme ok. O que vier além disso, é lucro.

Expectativa: 

Será que o filme terá força nas bilheterias?

Sansão (Estreia EUA: 16 de Fevereiro): Um filme sobre o herói bíblico Sansão é sempre um tema interessante, mas dependendo do teor que será dado, pode ser um furo n’água. Considerando as atuais produções bíblicas – o péssimo Noé e o morno Êxodo: Deuses e Reis, ambos de 2014 – melhor não esperar muita coisa. Destaque para a participação de Billy Zane como o Rei Balek e a eterna Mulher Biônica, Lindsay Wagner, no papel de Zealphonis (quem quer que seja ela).

Expectativa: 

Lara: armada e perigosa

Tomb Raider: A Origem (Estreia Brasil: 15 de março): Não sou fã de videogames. Até gosto da personagem – uma espécie de Indiana Jones do sexo feminino – e já joguei um pouco de Tomb Raider, bem como vi o primeiro filme da franquia estrelada pela Angelina Jolie, mas não é algo que me desperte grande interesse. Claro, estou falando de modo pessoal. O fato de termos uma nova franquia com Lara Croft (agora personificada por Alicia Vikander) não deixa de ser interessante. Tomara que seja legal. O pouco que vi pelos trailers não interessou, mas também não decepcionou.

Expectativa: 

Robôs gigantes são legais demais!!

Círculo de Fogo: A Revolta (Estreia Brasil: 22 de março): Vou fazer um mea culpa: não vi ainda o primeiro longa-metragem desta franquia que, dizem todos aqueles que conheço e que viram, ser um filme extraordinário. Portanto, o que se espera é que, no mínimo, o filme mantenha a qualidade. Acredito que sim. E ainda tem John Boyega (o Finn da nova franquia Star Wars) como protagonista. Pronto, já me ganhou.

Expectativa: 

É a Oprah, gente! Nós precisamos ver isso!!

Uma Dobra no Tempo (Estreia Brasil: 29 de março): A princípio, parece ser apenas mais um filme genérico de fantasia. Mas vamos lá: é da Disney, o que já garante uma qualidade extra. Em segundo lugar, tem Oprah Winfrey interpretando uma bruxa do tempo (ou fada, maga, o que quer que seja!). Precisa mais algum motivo pra imaginar que, se isso não for épico, no mínimo será divertido?

Expectativa: 

Realidade, fantasia e ficção se misturam.

Jogador Nº. 1 (Estreia Brasil: 5 de abril): O cinema sempre bebeu da fonte literária para fazer grandes filmes e isso não é nenhuma novidade. Nos últimos tempos, está havendo uma grande leva de obras sendo adaptadas (Harry Potter, Percy Jackson, Maze Runner, Crepúsculo, Jogos Vorazes etc.) e este não é diferente. Baseado no best seller de Ernest Cline, mistura atores reais e animação em computação gráfica para mostrar um futuro apocalíptico onde a fuga é para dentro de um jogo no qual o usuário pode ser o que desejar. Inclusive, encontrar uma fortuna escondida, do criador do jogo. A direção é de Steven Spielberg.

Expectativa: 

Será que terror funciona em filmes de super-heróis?

Novos Mutantes (Estreia EUA: 13 de abril ): A ideia de fazer um filme dos Novos Mutantes já vem sendo alimentada há algum tempo – mais precisamente, desde o final da primeira trilogia dos X-Men. Considerando que os personagens tiveram um relativo sucesso nos quadrinhos, parecia ser uma boa mostrar uma equipe mais jovem de heróis aprendizes. Parecia, porque a premissa de transformar o filme em um conto de terror tem demonstrado que o filme não será tão bom quanto aparenta. Pelo que foi mostrado, não agradou. Porém, X-Men: Primeira Classe também não agradou pelos trailers e é um dos melhores filmes dos X-Men já feitos. A esperança mutante é a última que morre. ATUALIZANDO: A Fox anunciou dia 11 de janeiro que o longa foi adiado para 22 de fevereiro de 2019 divido à grande quantidade de filmes com potencial comercial este ano. Veja notícia aqui.

Expectativa: 

Olha. Essa. Imagem! :-O

Vingadores: Guerra Infinita (Estreia Brasil: 26 de abril): Todos os personagens da Marvel Studios reunidos contra Thanos. É o filme mais aguardado do ano e o sonho que todo fã de quadrinhos aguardou durante a vida sendo realizado. Só esperemos que, por conta da expectativa alta, não decepcione.

Expectativa: 

Elenco reunido numa galáxia muito, muito distante…

Han Solo: Uma História Star Wars (Estreia Brasil: 24 de abril): a premissa de termos um filme de Star Wars por ano é bem bacana, principalmente para quem é fã da franquia. Já tivemos o sensacional Rogue One e agora vem um novo prequel que mostrará como surgiu a amizade entre Solo e Chewbacca e seu primeiro encontro com Lando Calrissian. Não sei o que esperar deste filme, mas a boa produção de Rogue One deixa uma expectativa alta para a novidade. O que seria bem legal é se tivesse uma aparição de Harrison Ford no final, já adulto. Aí seria um delírio cinematográfico…

Expectativa: 

Nem Michelângelo escapa da zoação.

Sequência sem Título do Deadpool ou Deadpool 2 (Estreia EUA: 18 de maio): O segundo longa do Deadpool vem sendo apresentado como Sequência sem Título do Deadpool e, ao que tudo indica, não é apenas um nome provisório aguardando o título oficial. Aparentemente este será o nome do filme, como parte da zoeira. Deadpool foi um filme bastante fiel à mitologia e à essência do personagem. Para quem gosta, é bastante esperado. Para mim, que nunca gostei curti o personagem, eu passo e nem verei no cinema esta continuação (exceto se for obrigado, por questões profissionais).

Expectativa: 

Olha a alegria do Zezé ao saber que teria Incríveis 2 no cinema.

Os Incríveis 2 (Estreia Brasil: 15 de junho): Muito melhor que Deadpool é o filme da família heroica da Pixar. A volta do Sr. Incrível, Mulher-Elástica, Flecha, Violeta e Zezé é aguardada há muito tempo. O novo longa gira em torno da descoberta dos poderes do bebê Zezé e promete muita confusão e gargalhadas. Além, claro, de muita aventura.

Expectativa: 

Ah, qualé… Sou o Senhor das Estrelas, cara! Não, pera… filme errado!

Jurassic World: Reino Ameaçado (Estreia EUA: 22 de junho): Depois de quatro filmes baseados na franquia de dinossauros, não tem mais muita novidade para contar, tampouco a revolução cinematográfica que Spielberg proporcionou quando criou a franquia. Nesta nova história, os protagonistas tentam evitar a extinção dos dinossauros (de novo!) por causa de um vulcão extinto na ilha, que ameaça voltar à ativa. O longa anterior não foi nada fora do comum, mas teve uma trama bem interessante. Acredito que o novo filme também será ok, mas nada além disso.

Expectativa: 

Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali… ao contrário.

Turma da Mônica: Laços (Estreia Brasil: 28 de junho): Primeiro longa-metragem da Turma da Mônica em live action, baseado na história de Vitor e Lu Cafaggi publicada na graphic novel de mesmo nome. Precisa dizer mais? Precisa: é produção obrigatória, simplesmente.

Expectativa: 

Heróis-miniatura

Homem-Formiga e Vespa (Estreia Brasil: 5 de julho): Depois da Guerra Infinita, o segundo longa do Homem-Formiga vai dar continuidade à fase 3 da Marvel e apresentar a Vespa ao público. Deve ser legal, mas é difícil imaginar algo mais empolgante do que a reunião dos heróis na aventura cósmica contra Thanos. Terá que ter um roteiro muito bom para manter o clima de surpresa, caso contrário será apenas mais uma comédia ok da Marvel Studios (o que não é pouco, claro!).

Expectativa: 

Finalmente, vamos poder ver o bigode do Superman em toda sua glória!

Missão: Impossível 6 (Estreia EUA: 27 de julho): A franquia é legal e um bom filme é sempre bem-vindo. Por enquanto, nem sinopse divulgada tem – ou seja, não sabemos nada do filme, exceto que Tom Cruise repetirá seu papel como Ethan Hunt. Henry Cavill também estará no filme, com seu bigode sem CGI. O filme nem precisa ser tão bom. Só por lembrar disso na sala de projeção, já valerá o ingresso.

Expectativa: 

Titãs vão cinema ver um filme dos Titãs. E vice versa.

Os Jovens Titãs vão ao cinema (Estreia EUA: 27 de julho): A série animada ganha um longa-metragem para os cinemas. Promete muita diversão e aventura, nos moldes daquilo que já estamos acostumados a ver na TV.

Expectativa: 

“Você nunca vai vê-lo chegando”.

O Predador (Estreia Brasil: 2 de agosto): Reboot da franquia clássica. Um recomeço pode ser interessante, mas há um histórico de que vieram dois fiascos anteriores com Alien Vs. Predador I e II, o que sempre nos coloca com um pé atrás.

Expectativa: 

Sou o contrário dos políticos brasileiros.

Robin Hood (Estreia EUA: 21 de setembro): Filme que conta as aventuras do herói que rouba dos ricos para dar aos pobres. É tudo que precisamos saber deste enésima versão do personagem.

Expectativa: 

Alguém precisa de um filme do Venom?

Venom (Estreia EUA: 5 de outubro): Nos quadrinhos, Venom é um personagem que ganhou grande popularidade, por mais inexpressivo que ele seja. No cinema, não funcionou nas mãos de Sam Raimi, que inseriu o vilão contra a vontade no malfadado Homem-Aranha 3 (2007). Por mais que o personagem tenha a preferência dos fãs (não a minha, só para pontuar!), acho difícil que ele segure um longa-metragem solo. De qualquer forma, Tom Hardy (o Bane, de O Cavaleiro das Trevas Ressurge, 2012) tem se dedicado ao personagem. Vamos dar um voto de confiança ao ator e ao diretor Ruben Fleischer , responsável por Zumbilândia (2009) e a série Santa Clarita Diet.

Expectativa: 

Michael Myers está de volta 40 anos depois.

Halloween (Estreia EUA: 19 de outubro): O assassino imortal Michael Myers está de volta, no ano em que se comemora 40 anos de sua estreia no cinema, no clássico longa de John Carpenter. O interessante é que o personagem volta às origens, depois de duas tentativas não muito bem sucedidas de um reboot em 2007, dirigido por Rob Zombie, e, a exemplo de Halloween H20 (1998), reencontra a personagem de Jamie Lee Curtis após 40 anos… Já estou até ouvindo a trilha sonora no piano…

Expectativa: 

O multitarefas Andy Serkis dirige, atua e ainda guarda o Precioso.

Mogli (Estreia EUA: 19 de outubro): Pense num filme no qual o Batman e o Smeagol têm que salvar a vida de um garoto das investidas de Hela, a Deusa da Morte e enfrentar o Dr. Estranho, que quer dominar a região. É mais ou menos isso que acontece nessa enésima versão da história do menino das selvas, estrelada por Christian Bale (Baguera), Andy Serkis (Balu), Cate Blanchett (Kaa) e Benedict Cumberbatch (Shere Khan). Esta versão será produzida pela Warner Bros., não pela Disney, num longa dirigido pelo próprio Serkis.

Expectativa: 

Um clássico dos X-Men

X-Men: Fênix Negra (Estreia EUA: 2 de novembro): Pensando na saga dos quadrinhos, a trama tem tudo para ser excelente. No entanto, a atriz Sophie Turner teve uma participação tão pífia em X-Men: Apocalipse (2016) que deixa a impressão que não tem potencial para ser protagonista neste. Vai depender muito da forma como o diretor conduzirá a história para dizer se será um bom filme ou um fiasco. Mas as imagens mostradas são bem feitas. Só por elas, parece que será uma boa produção.

Expectativa: 

Pode chorar. Depp é o vilão.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald (Estreia Brasil: 15 de novembro): O longa anterior dividiu os fãs de Harry Potter. Alguns amaram a nova abordagem dada ao universo criado por J. K. Rowling, enquanto outros detestaram. De qualquer forma, a produção foi competente o suficiente para ganhar a continuação. Desta vez, o foco será no personagem de Johnny Depp, que apareceu de surpresa no longa anterior – e já está sendo motivo de polêmica na Internet, por fãs raivosos, que não querem que Depp seja o personagem. Mimimimimimimi…

Expectativa: 

Aquaman está chegando com cara de mau

Aquaman (Estreia Brasil: 20 de dezembro): Jason Momoa prometia ser uma surpresa em Liga da Justiça, quando estreou no papel do Rei dos Mares. Não foi. Teve uma participação apagada e não mostrou a que veio, diferente da Mulher-Maravilha de Gal Gadot, que teve uma participação brilhante em Batman v Superman (se é que se pode dizer que aquele filme teve algo brilhante… ok, teve, sim: Gadot.) e abriu caminho para seu próprio filme solo. A expectativa é que Momoa ganhe um longa à altura do personagem e mantenha a qualidade dos filmes da DC, que deu uma leve subida neste ano que passou. Aquaman não é um personagem de grande popularidade, mas ainda esperamos aquela “surpresa” que ele tinha que mostrar em Liga da Justiça.

Expectativa: 

A guerra Marvel/DC está declarada!

Homem-Aranha no Aranhaverso (Estreia Brasil: 20 de dezembro): Um longa-metragem do Homem-Aranha em desenho animado para os cinemas não deixa de ser uma novidade. Estrelado pelo Homem-Aranha Ultimate é uma novidade extra. O trailer mostrou umas imagens bem bacanas. Acredito que será uma diversão. E vai concorrer com Aquaman. Ou seja: o popular mais popular da Marvel – embora não seja exatamente o Homem-Aranha “top de linha” – contra o impopular e rebaixado Aquaman, da DC. A guerra promete esquentar nas telas e nós queremos ver isso no camarote.

Expectativa: 

Top 10 – Melhores Filmes de 2017

Estamos começando nossa série de matérias com a Retrospectiva 2017 (sim, nós sabemos que é lugar-comum, mas se todo mundo faz, por que a gente ficaria de fora?) onde vamos analisar o que de mais legal nosso blog viu e leu neste ano que termina. Pra começar, vamos falar de cinema. E cabe um esclarecimento: ano passado fizemos o Top 10 em vídeo mas como a audiência foi baixa e ainda pode ocorrer do mesmo ser bloqueado pelo uso das imagens (apesar de ser um trabalho jornalístico, algumas empresas têm dificuldade de entender isso), este ano vai por escrito mesmo. Obrigado pela sua compreensão.

“Não sou capaz de opinar”

O ano foi bem rico na área cinematográfica, com seis produções voltadas para o universo dos super-heróis e muitas outras franquias de sucesso, que causaram muito burburinho entre os fãs. Parodiando Glória Pires, não somos capazes de opinar sobre todas elas, porque não conseguimos ver todas, mas vamos falar sobre as produções que pudemos conferir e que até causaram boas surpresas. Vamos lá!!

Música-chiclete

10 – Chocante – É realmente um choque saber que um filme nacional pode ser bem produzido e fazer rir sem precisar apelar para pobreza, criminalidade e baixaria. Chocante foge do comum e apresenta uma comédia deliciosa sobre uma boy band dos anos 90 que foi esquecida e decide voltar às paradas, com seus membros já quarentões. Uma metáfora sobre a superficialidade da fama e sobre valores familiares que tem, sim, seus clichês e um toque de breguice, mas a gente entra no clima da nostalgia e dá boas gargalhadas. E verdade seja dita: qualquer filme capaz de fazer a trilha sonora (de uma música só) ficar na sua cabeça merece uma posição entre os dez melhores do ano.

Conto tão antigo quanto o tempo

9 – A Bela e a Fera – Uma produção primorosa, com figurino espetacular e toda magia dos clássicos Disney, além da eterna Hermione (Emma Watson) no papel da protagonista. É verdade que o filme não foi ousado o suficiente para fugir da animação da mesma Disney, nos oferecendo uma fotocópia em live-action. Porém, como a animação foi acima da média, o resultado do longa com atores não poderia ser diferente.

Surpresa do ano

8 – Liga da Justiça – Indiscutivelmente, foi a surpresa do ano. Uma produção cheia de problemas desde o início, troca de diretores, refilmagens de última hora, uma aura de “mistério” totalmente desnecessária sobre a participação do Superman (quando todos sabiam que ele ia estar no filme) e estratégia de marketing totalmente errada só podia resultar num tombaço dos mais feios. Mas não foi assim. A chegada do diretor Joss Whedon, aos 45 minutos do segundo tempo, conseguiu aliviar a tonelada de problemas e gerar um produto que tem, sim, suas falhas, mas é agradável e divertido no fim das contas. Infelizmente, já era tarde: o filme atraiu para si uma aura de má vontade da crítica que nem a “cobertura de chantilly” colocada pelo novo diretor tirou o gosto ruim e a Liga está com resultado aquém do esperado. Melhor sorte para o Aquaman, no próximo ano.

O bom filho à casa torna.

7 – Homem-Aranha: De Volta ao Lar – Depois de sua estreia em Capitão América: Guerra Civil (2016), o Homem-Aranha de Tom Holland ganhou a aprovação dos fãs do Aracnídeo e, pela primeira vez desde que foi lançado no cinemas, em 2002, foi apresentado com fidelidade aos quadrinhos: um herói adolescente, nerd, piadista, sem sorte com as garotas, meio irresponsável, mas com um grande desejo de fazer o que é correto. O filme está à altura do personagem e trouxe o melhor Homem-Aranha do cinema, bem como uma atuação impecável de Michael Keaton no papel do Abutre. É uma produção que está longe de ser “espetacular” (com o perdão do trocadilho), mas é simpática o suficiente e entrega aquilo que prometeu, apenas.

Com a força do amor tudo fica possível…

6 – Mulher-Maravilha – O material apresentado nos trailers já mostrava que o tom do filme da Mulher-Maravilha seria bem diferente do clima obscuro adotado por Zack Snyder para o Universo Compartilhado da DC. Gal Gadot – a quem ninguém dava um tostão no papel da heroína – mostrou-se excepcional numa aventura empolgante e agradável de se ver, com o clima heroico que faltou a Homem de Aço (2013), o verdadeiro “ícone da luz” do Universo DC. A batalha final mal feita e carregada de breguice não foi capaz de estragar o brilho da personagem, que estreou nos cinemas de forma digna, como ela merecia.

Legado transferido em grande estilo

5 – Star Wars – Episódio VIII – Os Últimos Jedi – O mais recente episódio da saga Star Wars continua a missão de reconstruir o universo criado há quarenta anos. E fez isso com louvor: os novos personagens Rey, Finn, Poe, BB-8 e o vilão Kylo Ren, lançados em O Despertar da Força (2015), cumprem bem o seu papel (exceção feita a Kylo Ren, que nem de longe lembra a imponência e o carisma de Darth Vader, mas faz o arroz-com-feijão) e a trama os relaciona perfeitamente bem com os heróis da trilogia clássica. passando o bastão de forma condizente. Enquanto que o Episódio VII foi praticamente uma refilmagem de Uma Nova Esperança (1977), o novo longa traz uma aventura nova – embora tenha, sim, alguns momentos “chupados” de O Império Contra-Ataca (1980) – e empolgante. Os Últimos Jedi é um divisor de águas e encerra uma fase brilhante para começar outra, tão brilhante quanto. Aceitar isso dói menos. 

Todos os ingredientes de um bom filme na medida exata.

4 – Guardiões da Galáxia Vol. 2 – Como é bom ir ao cinema ver uma aventura de super-heróis com a dose certa de humor, drama e ação, inserindo novos personagens sem cair na superficialidade e agradar fãs antigos de quadrinhos, que identificam as referências, e os novos, que não percebem as citações, mas mesmo assim, não deixam de compreender a trama do filme. O diretor James Gunn conseguiu essa façanha e, de quebra, ainda deixou uma das cenas mais emocionantes do cinema, embalada, obviamente, por um clássico dos anos 70: a música Father and Son, de Cat Stevens. Quem não deixou escorrer uma lágrima, provavelmente é porque não viu o filme.

“Eu sou a noite. Mas não totalmente escura.”

3 – Lego Batman: O Filme – Não deixa de ser interessante constatar que o melhor filme do Batman dos últimos cinco anos seja uma animação, mesmo a Warner tendo todos os recursos para produzir o mais épico live action do personagem e o mesmo tendo, por si só, um apelo inegável de bilheteria. Depois do vexaminoso Batman V Superman (2016), os fãs do Homem-Morcego mereciam uma redenção para o personagem e esta veio nesta animação leve, divertida, que brinca com a mitologia do personagem tanto no cinema como nas animações e quadrinhos, resgatando personagens dos mais obscuros e fazendo piada de tudo. Sim, o Batman é soturno, mas não precisa necessariamente ser chato.

Humano, apenas.

2 – Logan – A despedida do ator Hugh Jackman ao papel de Wolverine, que o consagrou por 17 anos, não poderia ser mais perfeita. Um longa-metragem violento (às vezes com cenas até desnecessárias), mas com uma história bem narrada que conduz a um final honesto e coerente ao personagem. Foi uma boa surpresa, visto que os trailers apresentavam um filme pouco atraente e maçante, mas o que se viu na tela foi uma verdadeira obra-prima, que, mais do que uma aventura de super-heróis, trouxe um personagem humano.

Não é o Groot, mas é tão tocante quanto.

1- Sete Minutos Depois da Meia-Noite – Este foi o primeiro filme do ano e já abriu 2017 de uma forma tão marcante que nenhum outro conseguiu superá-lo. Uma história tocante e cheia de metáforas sobre a vida e a morte, que envolve o espectador na história até culminar com a cena final, capaz de desmontar o mais duro dos corações. Particularmente, não sou fã de dramas mas este longa tem uma pitada de fantasia que ajudou a contar a história de uma forma primorosa. É o filme do ano, sem qualquer sombra de dúvida.

Quem vê, pensa que é um super-herói. Só pensa.

Troféu Cinemico: O Troféu Cinemico de 2017, prêmio simbólico das produções que pagaram micão no cinema, não poderia ser para outro filme senão aquele que chegou aos cinemas sem saber se era uma produção voltada ao público infantil, se investia nas adolescentes ou se tentava conquistar os adultos, com cenas de ação constrangedoras. Max Steel tem roteiro fraco, efeitos sofríveis, péssimas atuações e um robozinho mais chato que o Jar Jar Binks de Episódio I. Estreou nos Estados Unidos em 2016, mas só chegou aos cinemas brasileiros no início deste ano e poderia ter saído direto em vídeo, poupando o vexame de fracassar nas bilheterias (Não há dados específicos do faturamento no Brasil, mas o Box Office Mojo registra vergonhosos US$ 2,4 milhões mundialmente e o Rotten Tomatoes marca 0% de aprovação – sim, até Mulher-Gato (2004)e Lanterna Verde (2011) são mais bem cotados!). 

Cara, ainda não consigo conceber que fizeram isso com a gente!

Menção honrosa: Não poderia deixar de figurar nessa seção outro longa-metragem capaz de causar vergonha alheia em Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. É claro que estamos falando de Thor: Ragnarok, filme que tinha tudo para fechar com chave de ouro a trilogia do Deus do Trovão e nos oferecer uma batalha épica sobre o fim do mundo, mas apresentou um show de stand up que não apenas descaracterizou o personagem como desconstruiu tudo o que foi mostrado nos filmes anteriores. Uma bola fora da Marvel Studios que, estranhamente, agradou o público.

Crítica: Liga da Justiça

Quinto filme do “Universo estendido” da DC, o filme Liga da Justiça (Justice League, 2017) estreia amanhã, 16 de novembro, já provocando polêmica e divisão entre os fãs dos personagens. Os trailers exibidos mostravam que os mesmos erros de Batman Vs. Superman (2016) seriam repetidos – cenas escuras, personagens mal desenvolvidos e descaracterizados, câmeras lentas usadas à exaustão, duração excessiva – e os críticos (este que vos escreve, inclusive) não pouparam comentários negativos à produção, já prevendo o baixo nível de qualidade.

Primeiras imagens mostravam cenas escuras e ação forçada.

No entanto, como fã de quadrinhos e dos personagens, é muito bom poder admitir que cometemos um erro. Liga da Justiça é um filme que mostra a salvação da DC no cinema – algo que já começou com Mulher-Maravilha, em junho, mas que tinha na Liga da Justiça a sua esperança definitiva de redenção. Afinal, tratava-se da maior equipe de super-heróis dos quadrinhos, que reúne os maiores ícones da editora, o equivalente aos Vingadores para a Marvel (e sabemos que o primeiro filme dos Vingadores é praticamente uma unanimidade entre os fãs como o melhor filme da Marvel Studios).

Zack Snyder ganhou o reforço de Joss Whedon na produção.

Não dá pra negar que parte do mérito desta qualidade do filme se deve à chegada de Joss Whedon (o diretor dos dois filmes dos Vingadores) à produção. Com a tragédia da morte de sua filha no início do ano, o diretor Zack Snyder se afastou da produção e deixou Whedon em seu lugar para finalizar a edição do longa-metragem. Com isso, o filme ganhou mais leveza e dinamismo, perdendo aquele tom pesado e mal humorado de BvS e aproximando-se mais das histórias em quadrinhos.

Batman reúne a equipe para honrar da morte do Superman.

Claro que a marca de Snyder ainda está lá, principalmente no início, onde a trama é mais sombria – afinal, o mundo ainda está lidando com a morte do Superman, causada pelo Apocalypse no filme anterior. Abalado com a morte do maior herói do planeta, Batman (Ben Affleck) tenta fazer a diferença no combate ao crime, mas a aparição de estranhos alienígenas voadores chamam a atenção do Homem Morcego para uma possível invasão. Assim, ele convoca a Mulher-Maravilha (Gal Gadot) para buscar os heróis descobertos nos vídeos roubados de Lex Luthor (Jesse Eisenberg) para formar uma equipe.

Lobo da Estepe: de vilão mequetrefe a ameaça invencível.

No entanto, a Princesa Amazona alerta que uma ameaça muito maior se faz presente: o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), um tirano vindo de outro planeta, que já havia tentado dominar o planeta há 5000 anos mas fora rechaçado pela atuação conjunta das amazonas, atlantes, deuses e outros aliados (atenção a esta cena!), está de volta, em busca de três caixas maternas espalhadas pelo mundo, para retomar seus planos de conquista. Mais poderoso do que nunca, Lobo da Estepe consegue recuperar a primeira caixa em posse das amazonas em Themyscira e parte em busca das outras duas.

Mundo colorido: Superman volta inspirador, heroico, sorridente… e azul brilhante!

Assim, Batman e Diana recrutam Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher) para honrar o legado do Homem de Aço e impedir o vilão. Em meio a tudo isso, o Superman (Henry Cavill)também volta à vida e se junta ao grupo (um retorno já esperado, mas não vamos dizer como isso acontece para não revelar spoilers. Apenas vamos dizer que a trama difere totalmente dos quadrinhos). O herói retorna muito mais inspirador, sorridente e com uniforme com cores muito mais vivas que o azul e vermelho apagados das produções anteriores. Esse, sim, é o Superman em sua essência (muito embora a interpretação de Cavill ainda deixe a desejar)!

Flash é um bobão… mas tem seus poderes muito bem caracterizados no filme.

A equipe tem um bom entrosamento e o filme tem algumas piadas, a maioria facilmente identificáveis como marca registrada de Joss Whedon, que funcionam dentro do contexto e não são gratuitas nem excessivas – como aconteceu em Thor: Ragnarok. Aliás, o corte de cerca de uma hora de cenas, que indicava que o filme perderia seu ritmo e se tornaria uma colcha de retalhos, nem é sentido (muito embora a mudança de tom nas cenas reescritas e gravadas por Whedon seja explícita). Mesmo o Flash de Ezra Miller, cujas previsões apontavam que seria um fiasco – principalmente com o simpático personagem que acostumamos a ver na série de TV, interpretado por Grant Gustin – se mostrou um personagem bacana. A única coisa que permaneceu foi sua personalidade abobalhada e infantil, quase um Jar Jar Binks velocista.

 

Cyborg é uma grata surpresa no filme, apesar do visual Transformer.

Uma agradável surpresa foi ver a atuação de Cyborg, que se mostrava o estranho no ninho – nem nos quadrinhos, o personagem tem grande relevância – mas teve um bom desenvolvimento e participação fundamental dentro da equipe, com a carga dramática de sua situação muito bem explorada. Já o Aquaman, que parecia ser a grande revelação do longa é um herói apagado, que tem suas cenas importantes e cumpre seu papel nelas, mas só. Não tem qualquer destaque nem nada que mereça ser elogiado.

Aquaman deixou a desejar.

Algumas cenas em CGI ainda deixam a desejar. O Lobo da Estepe está melhor em tela grande do que nos clipes vistos pelo computador, mas deixa uma impressão de personagem mal desenhado. O bigode do Superman, tão comentado nas redes sociais (o ator Henry Cavill filmava Missão Impossível 6 simultaneamente e foi obrigado, por contrato, a manter um bigode), também tem marcas visíveis, mas nem tanto quanto se esperava, de modo que só quem sabe do “acessório” vai perceber a falha.

Falta gente na equipe. Mas já estão por aí…

O roteiro consegue até mesmo suprir a ausência de um “filme de origem” para Aquaman, Flash e Cyborg, de modo que o público conhece suas histórias de forma resumida no decorrer da trama e que, provavelmente, serão melhores exploradas nos longa-metragens vindouros (Aquaman estreia em 2018, enquanto que Cyborg e Flashpoint estão agendados para 2020). Há, sim, um vácuo que se faz sentir, mas o público em geral vai compreender perfeitamente os papéis desses heróis no contexto. O filme não tem muitas referências nerd, mas tem algumas participações que vão agradar os fãs, principalmente nas duas cenas pós-crédito. Não saia do cinema antes, senão vai perder cenas que não são meras piadinhas sem sentido.

Sob as bênçãos de Themis, a deusa grega da Justiça

Enfim, Liga da Justiça é um filme otimista, que tem seus problemas, um clímax pouco inspirado que denota a pressa em encerrar a produção nos 120 minutos exigidos pelo estúdio, mas mesmo assim, aponta que a DC finalmente encontrou o rumo para suas produções. Não é um filme perfeito, mas dentro de tudo que vem sendo mostrado desde 2013, é muito bom poder ver que os maiores heróis dos quadrinhos ganharam um longa-metragem com roteiro definido, ritmo e que não nega suas origens dos quadrinhos. Você não pode salvar o mundo sozinho, mas pelo menos, já pode dormir em paz, sabendo que a Liga da Justiça foi bem representada no cinema.

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Crítica (em vídeo): Thor – Ragnarok

Filme que fecha a trilogia do Thor no cinema, o filme Thor – Ragnarok estreia esta semana com a promessa de elevar o nível dos filmes do Deus do Trovão, que são tidos como os mais fracos da Marvel Studios. Será que ele consegue? Veja nossa crítica em vídeo (sem spoilers) e descubra que nem tudo é o que parece.

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Crítica (em vídeo): Chocante

Em meio às estreias deste final de semana, um filme nacional entra na briga com as grandes franquias do cinema americano. O longa Chocante (2017) terá um páreo duro pela frente, com Pica-Pau, Blade Runner 2049 e My Little Pony – O Filme, mas promete muitas risadas com a volta do grupo musical que estourou nas paradas nos anos 1990 e decide se reunir novamente, 20 anos depois.

Boy Band dos anos 90 retorna em (não tão) grande estilo.

A convite da Imagem Filmes, nosso blog participou da cabine de imprensa do filme e da coletiva com parte do elenco e dos produtores e trazemos no vídeo abaixo, nossas considerações sobre o longa-metragem. Acompanhe conosco a volta de Téo (Bruno Mazzeo), Tim (Lúcio Mauro Filho), Tony (Bruno Garcia), Clay (Marcus Majella) e Rod (Pedro Neschling) neste lançamento que é um verdadeiro choque!

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