Darkside Books lança título da Marvel

A Darkside Books, editora especializada no gênero de terror, surpreendeu os fãs ao anunciar uma parceria com a Marvel, numa postagem pelo Instagram, no final de novembro. O post trazia o logo da editora do Homem-Aranha e o texto anunciando apenas que tinham uma novidade. Hoje, o mistério foi quebrado e a Darkside anunciou o lançamento da graphic novel N., thriller de autoria do mestre do terror Stephen King.

Conto de Stephen King é adaptado pela Marvel

A obra narra a história do Dr. Bonsaint, um psicanalista que se suicida logo no início da trama, deixando para sua irmã a tarefa de entender os motivos que o levaram a esta atitude extrema. As investigações seguem por meio de documentos e relatos do médico, bem como das sessões de análise com um homem que sofre de TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo) chamado apenas de N. O álbum conta com o roteiro escrito por Marc Guggenheim (autor de Wolverine, Justiceiro, Homem-Aranha e outros, além de produtor das séries Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow) e arte de Alex Maleev (Demolidor), cujo estilo dá o clima sombrio que a história exige.

O traço sombrio de Alex Maleev dá o clima à HQ.

O álbum em quadrinhos será lançado oficialmente no dia 19 de dezembro e já se encontra em pré-venda no site da Darkside Books, que dá direito a um pôster exclusivo. O livro terá 128 páginas, formato americano (17,5 cm X 26 cm) e capa dura com sobrecapa.  Além da HQ, o conto também virará uma série de TV dirigida por David Sandberg (Annabelle 2: A Criação do Mal) e roteiro de Andrew Barrer e Gabe Ferrari (do recente Homem-Formiga e a Vespa).

Compre o livro e ganhe um pôster.

A Darkside vem conquistando o mercado literário com uma gama de livros com acabamento diferenciado, focado em temas de ficção e horror e, desde o ano passado, resolveu investir também no segmento de graphic novels, lançando um selo exclusivo. O álbum de estreia, Meu Amigo Dahmer, de Derf Backderf, ganhou o prêmio HQ Mix 2018 na categoria de Melhor Publicação de Aventura/Terror/Fantasia.

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Saído do Forno: Cebolinha – Recuperação

O selo Graphic MSP chega ao seu vigésimo volume trazendo uma história solo de um dos personagens mais carismáticos da Turma da Mônica. Não só isso: o álbum também traz o mais jovem autor a escrever para a coleção. De autoria de Gustavo Borges, de apenas 22 anos (autor de Pétalas, que já resenhamos aqui), Cebolinha – Recuperação traz o garoto usando toda sua perspicácia para desenvolver planos infalíveis que vão bem além de roubar o coelhinho da Mônica.

Cebolinha apronta na escola… e fica de recuperação.

A trama-base mostra Cebolinha na escola – algo até então bem pouco explorado na Turma da Mônica – e, por um descuido dos estudos, ele fica de recuperação. Mas o título da Graphic MSP vai muito além desse fato, explorando todos os significados da palavra “recuperação”, que também significa o saída de uma situação ruim, a caça a um brinquedo perdido ou o resgate da própria autoestima. Conforme a história vai acontecendo, o leitor vai sendo apresentado a esses problemas e percebendo que para tudo há uma segunda chance e uma alternativa.

Será que o Sansão estava escondido nessa mochila?

A rivalidade entre Cebolinha e a Mônica fica em segundo plano nesta HQ. Pelo contrário, eles são muito mais amigos do que rivais. O “vilão” da vez é o esnobe Robertinho, o aluno que está sempre um passo à frente de Cebolinha, mesmo que precise trapacear para isso. Essa situação causa muitos problemas ao Cebolinha, que também precisa lidar com dificuldades familiares. Como o próprio Mauricio de Sousa descreve em seu editorial na edição, a trama possui várias camadas, como uma cebola e – porque não dizer? – como a própria vida.

Problemas familiares também envolvem as crianças.

Borges consegue dosar muito bem uma trama realista e semelhante à vida de qualquer leitor com o lúdico de um personagem infantil sem que este perca suas características. Assim, a história agrada aos pequenos, pela arte caricatural e o humor tão particular dos personagens, mas também agrada os adultos, pelas entrelinhas da história, que mostra que as crianças também se envolvem no universo de gente grande e são afetadas por ele, respondendo com muita sensibilidade.

Cebolinha encontra apoio nos melhores amigos.

Claro que as tradicionais referências ao universo dos personagens não poderiam faltar, incluindo menções a outros títulos da Graphic MSP que os leitores vão se divertir encontrando no decorrer da história. Após 20 volumes, a Graphic MSP continua sendo um dos melhores títulos de quadrinhos no mercado, por apresentar versões bastante diferenciadas de personagens que conhecemos tão bem, em situações fora de seu universo particular. Esse tipo de iniciativa é sempre bem-vinda, principalmente em se tratando do mercado nacional de quadrinhos.

Crítica: Venom

A grande estreia da semana é o filme Venom (idem, 2018), baseado  no velho inimigo do Homem-Aranha, mas desligado do universo do aracnídeo – o que, por si só, já gera um certo desconforto nos fãs. O filme é a aposta da Sony em alimentar uma nova franquia e, com isso, manter os direitos desses personagens, que vêm sendo cobiçados pela Marvel Studios já há um bom tempo. Por conta disso, a empresa investiu pesado no marketing, a fim de impulsionar as bilheterias.

Pô, comparar com Quarteto Fantástico é pior que xingar a mãe!

A primeiras exibições nos Estados Unidos não tiveram um resultado muito positivo e a crítica foi bem cruel, chegando a comparar o longa-metragem com dois dos maiores fiascos cinematográficos do gênero super-heróis: Mulher-Gato (2004) e Quarteto Fant4stico (2015) – sobre este último, fizemos uma crítica aqui. É um grande exagero. Venom passa longe, bem longe, dessas duas aberrações, embora tenha lá seus erros.

Dra. Skirth (dir.) e seu chefe, Carlton (de preto), fazendo o mundo melhor (só que não).

A história mostra a chegada do simbionte alienígena numa nave espacial da Fundação Vida, um órgão científico responsável por pesquisar recursos para melhorar a qualidade de vida em nosso planeta. Uma equipe de exploradores (com um astronauta de nome bem familiar aos fãs do Homem-Aranha) captura quatro organismos simbiontes, mas um deles consegue escapar e se esconde no planeta. Os outros são estudados pela Dra. Dora Skirth (Jenny Slate), sob as ordens do implacável líder da fundação, Carlton Drake (Riz Ahmed).

“Sr. Brock, por favor, não me irrite. O senhor não iria gostar de me ver zangado.”

Enquanto isso, o repórter Eddie Brock (Tom Hardy) trabalha num programa televisivo e se prepara para casar com sua noiva Anne Weying (Michelle Willians), mas tudo muda de figura quando ele descobre que a Fundação Vida é mais do que aparenta e tenta colocar Drake contra a parede. Por falta de provas, Eddie perde o emprego, a noiva e passa a lamentar sua vida fracassada, até que a Dra. Skirth o encontra e oferece ajuda. A partir daí, ele tem contato com o simbionte e se torna Venom, passando a ser perseguido pelos capangas da Fundação e atacado pelo simbionte fugitivo Riot, que deseja buscar novos simbiontes para invadir o planeta.

Nada de “E.T. Telefona Casa”. Aqui, os aliens querem é sangue!

Para quem pensava que seria impossível contar a história do monstruoso vilão sem associá-lo ao aracnídeo – nos quadrinhos, o Homem-Aranha encontrou Venom num planeta distante e o trouxe para a Terra achando que fosse um novo traje capaz de obedecer a seus comandos mentais – o roteiro bem escrito prova o contrário. A trama é muito bem desenvolvida e funciona no cinema, com a história da fundação e suas pesquisas e a motivação de Drake para ter o controle dos simbiontes.

Tom Hardy dá um show na interpretação da dualidade de Venom

Tom Hardy também dá muita verossimilhança ao jornalista fracassado e desejoso de vingança contra os que destruíram sua vida. A interpretação de Hardy proporciona vários momentos cômicos na interpretação dúbia do personagem e também carrega nas situações dramáticas com o peso que elas exigem, criando um anti-herói que chega a ser bem mais simpático que nos quadrinhos. O filme também dá várias referências às HQs, cujo desconhecimento por parte do público comum não atrapalha o entendimento da história, mas fará a alegria dos fãs mais antigos.

Personagens gosmentos

O filme é meio lento nos seus momentos iniciais e demora bastante para Brock virar o Venom, mas isso não significa que seja uma trama parada. Pelo contrário, a história flui e a espera faz parte do desenvolvimento do enredo, que é repleto de ação, com cenas de perseguição, lutas e tiroteio. Há alguns furos, como fatos que não se explicam ou se explicam mal e a luta final é bem aquém do esperado, com uma solução fácil demais, mas nada que interfira a diversão. Com certeza, a estratégia de diminuir a classificação etária para atingir o público adolescente se mostrou acertada, pois o personagem tem grande popularidade entre essa faixa etária – que é quem realmente vai impulsionar as bilheterias. 

Aquele sorriso de quem passou no teste difícil.

Por isso, esqueça aquela tragédia anunciada pela crítica internacional, mas também não vá esperando ver uma obra de arte. Convenhamos: do Venom, um personagem de quarto escalão da editora, não dá pra exigir muita coisa. Porém, o que veio é muito bom e presta exatamente àquilo que se espera quando se vai ao cinema: diversão.

Cotação Raio X

Sequência Favorita: Homem de Ferro 2

Nossa Sequência Favorita de hoje traz o que é, para mim, o trecho mais empolgante do filme Homem de Ferro 2 (2010), a sequência que, quando mencionam esse filme, é a primeira que me vem à cabeça. Depois da surpresa que o primeiro longa-metragem do Vingador Dourado causou, pela sua qualidade e fidelidade, além da excelente interpretação do ator Robert Downey Jr. no papel de Tony Stark, a sequência foi feita rapidamente, introduzindo novos elementos na mitologia cinematográfica do personagem.

O veterano Mickey Rourke não encaixou no papel.

É verdade que a sequência deixou a desejar em vários aspectos. Um deles foi o vilão Chicote Negro, interpretado por Mickey Rourke, que não se encaixou tão bem no papel como deveria. No entanto, a primeira cena da luta do vilão contra o Homem de Ferro tem todos os elementos para se tornar inesquecível. Enquanto participava de um evento automobilístico em Mônaco, Tony é atacado pelo Chicote Negro que, com sua arma eletrônica, passa a fatiar o carro dirigido por Stark.

Todo mundo deveria ter uma maleta dessas.

Ao ver o ataque pela TV, Pepper (Gwyneth Paltrow) e Happy (Jon Favreau) correm para entregar ao patrão a maleta com sua armadura, mas são atacados pelo vilão. A sequência, ao mesmo tempo que é tensa, tem muito humor, pois Stark não consegue pegar sua maleta já que Happy tenta prender o Chicote Negro com seu carro enquanto o inimigo distribui chicotadas. Quando a situação parecia fora de controle, Pepper joga a mala pela janela e esta cai aos pés do empresário, que pisa nela, ativando o mecanismo que a transforma na armadura portátil, vermelha e prateada.

Legal, mas nem tanto.

Lembro que, no cinema, a pessoa ao meu lado, bateu os pés no chão de empolgação quando esta cena aconteceu. Uma prova do quanto ela foi emocionante e inesquecível. Uma pena que, a partir do final da luta que se seguiu, o filme começou a decair e perdeu o ritmo. Não a ponto de ser um filme ruim, obviamente (ele tem nota 7 no IMDb, site que lista produções cinematográficas), mas de ser classificado como os piores da Marvel Studios. Veja a cena a seguir e deixe nos comentários qual a sua sequência favorita:

Ilha Paraíso …ou Zona Fantasma? com Sidney Gusman

Estamos de volta com mais uma seção Ilha Paraíso …ou Zona Fantasma? , revelando gostos e desgostos de convidados do nosso blog. O entrevistado da vez é um grande especialista em quadrinhos e editor da Graphic MSP, título que vem revolucionando o mercado editorial desde 2012, com versões bem peculiares da Turma da Mônica. Estamos falando de Sidney Gusman, que além de quadrinhos, também é um “fã-nático” por futebol (especialmente um certo Timão da zona leste de São Paulo) e tem uma larga experiência na área editorial.

Sua larga experiência em quadrinhos, só poderia render um trabalho ao lado do maior autor de HQs nacionais.

Gusman já trabalhou na Conrad Editora, foi editor da revista Wizard Brasil (Panini) e co-autor de vários livros da Coleção 100 Respostas, da revista Mundo Estranho (Ed. Abril). Além disso, também lançou seu livro solo Mauricio – Quadrinho a Quadrinho, onde revela detalhes da vida de Mauricio de Sousa, com quem viria a trabalhar mais diretamente, como responsável pelo planejamento editorial da MSP – Mauricio de Sousa Produções. Pelas suas mãos, foram editados os três livros MSP 50, MSP +50 e MSP Novos 50, em comemoração aos 50 anos de carreira do quadrinhista, além de Ouro da Casa, Mônica (s) e, claro, a Graphic MSP.

Gusman à frente do Universo HQ

Além do trabalho direto com o pai da Mônica, Sidão – como é chamado pelos amigos – também é editor-chefe do site Universo HQ, um dos mais importantes sites sobre quadrinhos do Brasil. Tanta paixão pelos quadrinhos já lhe rendeu o Troféu HQMIx de melhor jornalista especializado em quadrinhos no Brasil entre 2000 e 2006 – mas ele escreve sobre o tema desde 1990. Incansável, criatividade a mil e dono de opiniões firmes em suas postagens no Twitter, Sidney concordou em dividir conosco essas opiniões em sete temas escolhidos e decidir se mandaria para a Ilha Paraíso (quando o tema é agradável) ou se baniria para a Zona Fantasma (quando poderia sumir do mapa).

E aí, Sidney? É Ilha Paraíso ou Zona Fantasma para:

MSP é uma grande família (Você é capaz de encontrar o Sidney nessa foto? Nós acreditamos que o vimos por aí…)

Mauricio de Sousa Produções: Ilha Paraíso. Foi a empresa que me deu oportunidade de editar quadrinhos nacionais, de propiciar oportunidades a muita gente e, especialmente, de ampliar o público que lê quadrinhos. Além disso, edito todos os livros (que não são de quadrinhos) da casa e é sempre incrível ver o quanto essas publicações impactam o público de todas as idades.

Essa imagem de Rafael Albuquerque deu o que falar por conta do “politicamente correto”…

Politicamente correto nas HQs: Zona Fantasma, mas com restrições. Há quem entenda – erradamente – que mostrar inclusão e diversidade (de qualquer tipo ou gênero) seja o que se define por “politicamente correto”. Não! Isso é só retratar o mundo à nossa volta de uma forma mais necessária, a meu ver. Mas, como em todo processo de transição, há uma tendência, por parte de alguns, a querer coibir tudo. Aí, corre-se o risco de tornar os quadrinhos chatos, pasteurizados. E é esse lado que mando pra Zona Fantasma.

Brasil foi campeão da Copa de 2018… na criação de memes.

Seleção Brasileira: Se for na Copa do Mundo de 2018, Zona Fantasma. Um time sem alma, com um treinador que estava mais para guru de autoajuda do que para sua atividade-fim, e que não conseguiu fazer o time jogar. Eu nunca esperei o título, mas achava que cairíamos na semifinal contra a França. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) conseguiu afastar a torcida da Seleção. E, enquanto o Del Nero e companhia por lá estiverem, ficará difícil a “amarelinha” resgatar seu lugar na Ilha Paraíso. O que não me impede de torcer por ela sempre, apesar de ser contraditório.

Sim, nós temos quadrinhos.

Quadrinho nacional: Ilha Paraíso. Nunca se produziu tanto quadrinho nacional, e tanta coisa boa. Claro, tem muita coisa ruim também, mas é importante esse furor de gente fazendo, pra vislumbrarmos dias em que haja um mercado mais forte para todos. Só que nossos autores e editores precisam definir o que querem. Se é publicar somente em livrarias ou se querem investir em bancas. E definir isso muda completamente o foco que cada um deve seguir. Mas o fato é que tem muita gente fazendo quadrinhos bons no Brasil, nos mais diversos gêneros.

Procura-se.

Revisão gramatical nos quadrinhos: Zona Fantasma. Quando você se pega elogiando edições por estarem sem erros de português, algo está errado. Isso é o mínimo que se deveria esperar. E os maus tratos com a revisão não são apenas em obras independentes (em que é mais comum, já que nem sempre o autor tem como pagar um revisor), mas também em editoras consolidadas. Aí, é imperdoável, pra mim. Erros acontecem? Claro, e não é pecado admiti-los. Mas quando são 20, 30 ou mais numa edição, pra mim, incomoda demais.

Se não usar fone de ouvido, vai pra Zona Fantasma!

Podcasts: Ilha Paraíso, mas devo confessar que ouço pouco. Mesmo assim, sabendo separar joio do trigo, certamente se encontra muita coisa boa.

“Cale a boca e leve minha grana!!”

Crowdfunding para quadrinhos independentes: Ilha Paraíso, pois possibilita a muita gente a oportunidade de se lançar no mercado e, de repente, chamar a atenção de uma editora. O problema é: se graficamente os materiais saem com qualidade de editora, o mesmo não se pode dizer no aspecto editorial. A maioria das HQs que apoio saem com problemas de revisão e isso é algo que, na minha opinião, deveria ser colocado como investimento pelos autores, em seus projetos.

Sequência Favorita – X-Men 2

No post de hoje, destacamos uma Sequência Favorita que também deve ser de muita gente sempre que lembra do filme X-Men 2 (2003), ou X2, como também ficou conhecido. E o interessante é que a cena é exibida logo no início do filme, criando um momento tão marcante logo em seus primeiros minutos – algo raro de acontecer.

A sequência foi reproduzida na adaptação em quadrinhos do filme.

A sequência mostra a invasão de Noturno (Alan Cumming) à Casa Branca, teletransportando-se pelos corredores e nocauteando mais de 30 seguranças do presidente (eu contei 34. Alguém corrige?), a fim de intimidar o líder americano e pedir liberdade para os mutantes. A cena dura apenas dois minutos e meio, mas tem um clima de ação tão frenético que o curto espaço de tempo já foi suficiente para deixar os fãs em êxtase.

Para interpretar Noturno, o ator precisou de uma pesada maquiagem.

Cumming foi escolhido para o papel por ser fluente em alemão – a nacionalidade do Noturno nos quadrinhos – e soltou até umas frases completas nessa língua durante o filme. Ele encarou uma maratona de dez horas de maquiagem no corpo para encarnar o herói mutante e, exatamente por isso, não retornou ao papel na sequência de 2006, X-Men – O Confronto Final. Como curiosidade, no videogame inspirado no filme, é revelado que Noturno abandonou os X-Men por preferir uma vida pacífica e não conseguir lidar com o intenso estilo dos heróis mutantes.

Visão de Raio X: Horácio – Mãe

Em mais uma edição do quadro Visão de Raio X, apresentamos a mais recente Graphic MSP que acaba de chegar às bancas e livrarias: Horácio – Mãe, do cartunista Fábio Coala, autor do site Mentirinhas. O álbum é o 19º. volume do selo e tem toda cara de desenho animado – poderia até virar um longa-metragem a ser lançado em DVD! – ao retratar a busca do dinossaurinho criado por Mauricio de Sousa pelas suas origens e pela mãe que ele não conheceu. Veja nosso vídeo analisando esta HQ.