Turma da Mônica Jovem relança edições desde o número 0

Mauricio de Sousa não se cansa de nos surpreender. Pior: não se cansa de inventar novas formas de “tomar” nosso rico dinheirinho – e isso não foi uma crítica negativa! A bola da vez é que a revista da Turma da Mônica Jovem será relançada em edição encadernada desde a primeira edição, publicada no já distante ano de 2008. E, de presente, os fãs ainda terão também a raríssima edição número 0, que veio como brinde nas revistas de linha, apresentando os personagens e que se tornou objeto de colecionador.

Anúncio no Facebook movimentou a Internet

O anúncio foi feito hoje (6/6) na página oficial da Turma Jovem no Facebook e, em duas horas, já tinha mais de 60 compartilhamentos e passava de 100 comentários. Para o fã que tem sua coleção incompleta é uma excelente oportunidade de ter as edições como elas saíram originalmente, porque, embora sejam volumes encadernados, a lombada repete a imagem das edições originais – ou seja: são duas ou três edições por volume, mas a lombada exibe uma imagem como se as revistas fossem separadas). “Caprichamos mesmo”, diz a postagem do Facebook.

A lombada reproduz as edições originais.

A Coleção Turma da Mônica Jovem Primeira Série chega às bancas a partir do dia 14 de junho, mas os interessados podem adquirir o primeiro volume em pré-venda pela loja da Panini. O preço do encadernado é apenas R$ 13,90 (ou seja, você leva duas edições pagando apenas R$ 4,50 a mais do que uma edição de linha). Além disso, será possível comparar a evolução do traço e até mesmo dos roteiros nesses quase nove anos de trajetória.

Raríssima edição Zero

Leituras da Semana – Junho (1)

Começando um novo mês, ainda com um finalzinho de maio, as leituras da semana incluem as edições restantes da fase Renascimento da DC, a atual fase da Marvel e o resgate histórico de uma das melhores fases de Wolverine na estreia de seu título solo.

Nesta edição, a Mulher-Aranha finalmente dá à luz seu bebê.

Aranhaverso 11 (abr/2017) – Na última edição, teve a estreia de Aranha (Spidey), uma série que é uma espécie de “ano um” do Homem-Aranha e eu comentei que eram retcons até engraçadinhos, mas que não acrescentavam nada à mitologia do herói e, portanto, desnecessários. Esta edição traz o segundo número da revista, com o aracnídeo enfrentando o Homem-Areia e a história é bem divertida, bem melhor que a antecessora. Continua inútil, mas pelo menos, a leitura é agradável. As duas HQs do Homem-Aranha 2099 são as melhores desta edição, que também tem Teia de Seda, Gwen-Aranha, Guerreiros da Teia e o final da gravidez da Mulher-Aranha, com uma conclusão bacana.

Duas boas HQs da Liga

Liga da Justiça 2 (mai/2017) – A superequipe continua lidando com a invasão dos misteriosos Similares, que se tornam seres gigantescos ao absorver as mentes da população mundial. o segredo para derrotá-los está no núcleo da Terra e o único capaz de entrar lá e suportar o calor é o Superman. Ou talvez, nem ele. As histórias têm um ritmo bom e valoriza bem as habilidades de cada herói no trabalho de equipe. Queria ver isso no cinema (sonho meu!).

O início de uma nova fase na vida do Wolverine.

Coleção Histórica Marvel – Wolverine 1 (mar/2017) – Aproveitando o lançamento do filme Logan, a Panini lançou esta coleção com histórias clássicas do mutante invocado. Esta primeira edição mostra os primórdios das histórias solo do canadense, que começou com uma série em 10 capítulos publicada em Marvel Comics Presents – em HQs de oito páginas – antes dele partir, de fato, para seu título próprio, onde passou a viver aventuras na ilha de Madripoor sob o codinome de Caolho. São histórias escritas por Chris Claremont e com desenhos de John Buscema, que trazem um clima de espionagem às aventuras do mutante. Muito bom.

Trama tem conclusão que é o fundo do poço!

Doutor Estranho 6 (mai/2017) – O combate final com o Empirikul para salvar a magia do planeta reserva momentos emocionantes… só que não. Conclusão tosca e completamente fria, com um monstro esquisito, que não mostra a que veio. Participações especiais sem função nenhuma e uma conclusão totalmente sem sentido. A história padece do mesmo mal que a grande maioria das sagas atuais da Marvel: começam bem, tem um desenvolvimento legal, mas não sabem como terminar. Não gostei.

A identidade da Thor em perigo

Thor 4 (mai/2017) – A primeira história dá continuidade à narrativa de Loki contando uma aventura viking, com rabiscos pavorosos que parecem feitos por uma criança em idade pré-escolar. A ideia é até boa: transformar a narrativa em um visual que lembre os antigos livros de histórias, mas o resultado deixou a desejar. Como se não bastasse, a história também é ruim. Para compensar, a segunda HQ desta edição é bem bacana e traz Jane Foster sendo questionada por agentes da Shield sobre sua ligação com Thor, enquanto que o líder da Roxxon (secretamente, o vilão Minotauro) participa de uma reunião com diversos líderes criminosos descontentes com suas atividades em Asgard.

Começam as aventuras do Jovem Tony Stark.

Homem de Ferro 6 (mai/2017) – Histórica com participação dos Vingadores que encerra o arco do Homem de Ferro no Japão investigando os terroristas biohackeados que atacaram sua empresa. A segunda história marca a estreia de International Iron Man, novo título americano onde o Vingador Dourado investiga a verdade sobre seus pais. Roteiro de Bendis e arte de Alex Maleev, a mesma dupla que revitalizou o Demolidor anos atrás. Neste primeiro capítulo, todo “flashbackeado”, ainda não mostrou a que veio. Vamos aguardar os próximos.

Lanterna Verde: Renascimento (Não, pera… essa é outra história!)

Lanternas Verdes 1 (abr/2017) Hal Jordan recupera o anel (bem… não é bem “recuperar”, mas…) e parte em busca do paradeiro da Tropa dos Lanternas Verdes, que está desaparecida. Antes disso, dá uma passadinha aqui na Terra e dá seu aval para que Simon Baz e Jessica Cruz sejam os protetores do planeta. A dupla, por sinal, ainda pouco entrosada, precisa aprender a trabalhar em equipe, pois os Lanternas Vermelhos estão chegando. Edição muito boa da fase Renascimento, com histórias empolgantes e cheias de ação.

O medo encontrou seu rival

Lanternas Verdes 2 (mai/2017) – Continuando sua busca pela Tropa desaparecida, Hal Jordan se encontra com membros da Tropa Sinestro e tenta, sozinho, forçar os vilões a revelar o paradeiro de seus amigos. Enquanto isso, Simon e Jessica tentam superar suas diferenças e controlar a onda de ira que se espalhou pelo planeta. Das novas revistas do Renascimento, Lanternas era uma que não tinha interesse em dar continuidade, mas as tramas estão tão boas que acho que me ganharam.  O único ponto negativo é Jéssica, uma Lanterna chata e pedante, que só sabe chorar suas inseguranças. Personagem vazia e sem carisma, mas nada que atrapalhe a leitura, até porque sua interação com Baz é bem dinâmica.

 

Crítica: Mulher-Maravilha

Após a repercussão negativa dos últimos filmes de seu universo cinematográfico – a saber: O Homem de Aço (2013), Batman v Superman – A Origem da Justiça (2016) e Esquadrão Suicida (2016) – a última esperança da DC Comics (e dos fãs) reside na Mulher-Maravilha, longa-metragem que estreia nesta semana e que traz Gal Gadot no papel da Princesa Amazona. Além dessa responsabilidade (que já não é pouca), a heroína também traz o peso de ter sua estreia nos cinemas (desconsiderando-se a aparição em Batman v Superman, onde teve uma participação pequena), depois de mais de 30 anos da bem sucedida série de TV estrelada por Lynda Carter. Portanto, a expectativa em torno da personagem é enorme!

“Mamãe, estamos sendo seguidas por um pavão branco”

Pois a espera valeu a pena: Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017) é tudo que se espera de um bom filme de super-heróis. O longa-metragem (com 2h21 de duração) mostra a origem da heroína, desde sua infância na paradisíaca ilha de Themyscira, seu treinamento como guerreira e sua vinda para o “mundo dos homens” após salvar um deles, o espião Steve Trevor (Chris Pine), cujo avião caiu acidentalmente nos arredores da ilha. A ilha, por sinal, tem uma belíssima concepção visual, com arquitetura baseada em conceitos gregos, perfeitamente alinhada com as histórias em quadrinhos, demonstrando um cuidado extremo da equipe de filmagens e efeitos especiais com a fidelidade.

Escalada rumo ao sucesso!

A heroína propriamente dita demora um bocado pra aparecer, mas a espera vale a pena. A cena de sua primeira batalha no front de guerra e de tirar o fôlego e mostra bem o porquê ela é chamada de “maravilha”. E, apesar da demora, a história flui naturalmente e não chega a cansar o espectador, de forma que, quando a Mulher-Maravilha finalmente surge, está perfeitamente encaixada dentro do contexto narrativo e no momento certo.

Patty jenkins: “A Mulher-Maravilha aqui sou eu!”

Com um texto bem humorado, poucas cenas escuras e ação constante, o filme nem parece que faz parte do Universo DC pilotado por Zack Snyder – muito embora haja um excesso de cenas em câmera lenta, que é marca registrada do diretor. No entanto, a diretora Patty Jenkins fugiu bastante do estilo sombrio de Snyder e desenvolveu uma personagem que respeita a mitologia dos quadrinhos e mostra a heroína como ela é: uma embaixadora da paz e da verdade.

Encontre o erro de roteiro nesta cena.

Por conta disso, nem dá pra reclamar da mensagem absurdamente piegas passada no clímax do filme. Ela é a personagem em sua essência. Um acerto da direção e do roteirista Allan Heinberg (co-criador dos Jovens Vingadores, para a Marvel). Mesmo assim, o filme tem vários problemas de roteiro: por exemplo, o que mantém Themyscira oculta do mundo “normal” é absurdamente ridículo, a trama “esquece” um importante personagem no meio da história e não explica o fato de Diana ter importante participação na Primeira Guerra Mundial e não aparecer nos livros de História.

Um registro para entrar pros livros de História (só que não)

Além disso, o final é previsível e carregado de clichês de filmes do gênero (para quem reclama dos filmes da concorrente, que são “iguaizinhos”, vão perceber que Mulher-Maravilha não é “diferentão”). Porém, são erros que são facilmente digeríveis diante da quantidade de acertos (exatamente o inverso de Batman v Superman, que tem poucos acertos em meio a um maremoto de equívocos). Um longa com boa narrativa,  bela fotografia e uma bem dosada carga de humor e ação, Mulher-Maravilha é um filme que mostra a heroína na concepção perfeita da palavra.

Finalmente, alguém em quem se inspirar no sombrio universo DC.

Num mundo sombrio e realista onde os “heróis” usam armas de fogo, quebram pescoços e deixam inocentes morrerem para protegerem suas identidades secretas, fazia falta um personagem nobre e valoroso, que faz o bem simplesmente porque é o correto. Mulher-Maravilha é a heroína que faltava para inspirar crianças e jovens a acreditar na verdade e na justiça. Finalmente, a DC acertou no cinema. Já era hora.

Cotação:

Leituras da Semana – Maio (4)

Para encerrar o mês de maio, muitas leituras, incluindo os segundos números de Renascimento, da DC. Mas tem muita coisa da Marvel também, como a inesquecível saga do Capitão Marvel contra Thanos, pelas mãos do cósmico Jim Starlin. E, pra rir um pouco, a Turma da Mônica também entra no clima de super-heróis e faz uma paródia de Vingadores – Era de Ultron.

“Meu horóscopo me diz que hoje é um bom dia para enfrentar supervilões.”

O Espetacular Homem-Aranha 6 (abr/2017) – Na conclusão da saga do Escorpião (do Zodíaco, não o velho inimigo rabudo do Cabeça-de-Teia), nosso Amigão da Vizinhança vai usar toda sua tecnologia e influência mundial para se antecipar ao vilão. A terceira HQ da revista deixou de lado o Aranha Ultimate e trouxe uma história extra do Aranha tradicional resolvendo um misterioso caso sobrenatural. São boas histórias, mas a sensação é de que o Homem-Aranha não é mais o mesmo herói carismático de antes.

Sátira aos heróis da Marvel

Clássicos do Cinema Turma da Mônica 56 – Os Vingadoidos: A Era de Sanson (mai/2017) – Mais uma paródia super-heróica cheia de referências a diversos filmes da Marvel – e, creiam, o roteirista Flávio Teixeira de Jesus vai além do filme em questão e inclui personagens nada a ver para não perder a piada. E não perde, pois a trama é hilária. As principais cenas do segundo longa dos Vingadores estão lá – como a briga do Hulk contra o Homem de Ferro usando a armadura Hulkbuster, por exemplo – mas a história segue por outro rumo, como só a Turma da Mônica poderia fazer.

Histórias épicas de Jim Starlin

A Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel – A vida e a Morte do Capitão Marvel – Parte 1 (abr/2017) – Para os leitores mais antigos, as histórias deste encadernado fazem parte do primeiro volume de A Saga de Thanos, coleção em cinco edições em formatinho publicada pela Editora Abril em 1992. Metade dele também foi republicado na Coleção Histórica Marvel Os Vingadores 1. No entanto, nada como (re) ler essas histórias em formato original e papel de qualidade, sem os tradicionais cortes que a editora fazia – muito embora há que se elogiar a louvável iniciativa de publicar toda a história de Thanos até aquele momento em uma coleção inédita. Um grande serviço da Editora Abril, prestado aos leitores, que a Panini poderia copiar. A capa dura também é uma vantagem em comparação à Coleção Histórica. E convenhamos: sempre é bom ver Jim Starlin em início de carreira, dando ao Capitão Marvel uma relevância como ele nunca teve até então, que culminaria na melhor história do personagem já escrita. Mas isso é assunto para o outro volume.

Um recomeço para a Liga da Justiça.

Liga da Justiça 1 (abr/2017) – No renascimento da Liga da Justiça, histórias rotineiras na vida da equipe, como defesa do planeta de ameaças interplanetárias. A primeira HQ desta edição mostra os heróis contra um alien capaz de dominar mentes – referência a Starro, talvez? – e tem um final inspirador. Na segunda história, de temática semelhante, a Liga ainda se adapta à morte do “Superman Novos 52” e ainda desconfia do outro Superman que surgiu na cidade. Não há, de fato, uma grande mudança editorial nas HQs da equipe, que justifiquem o título “renascimento”, mas as histórias são de qualidade, o que já significa muito.

Ajuda maravilhosa

Action Comics 2 (mai/2017) – Para lutar contra o Apocalypse, Superman conta com uma ajuda de peso: Mulher-Maravilha. A dinâmica com o novo Clark Kent (de onde ele veio?), Luthor (novo herói?) e o pequeno Jonathan, filho do Superman, é bem interessante e torna a leitura bastante envolvente.

Ameaça ou aliado?

Superman 2 (mai/2017) – Enquanto o Superman salva um submarino encalhado com a ajuda de Jon, o garoto deixa uma gota de sangue no solo. É o suficiente para que o Erradicador se desenvolva a partir do DNA kryptoniano e se torne uma nova ameaça a ser enfrentada pelo Homem de Aço. Duas HQs de ótima qualidade, com muita ação e mistério.

A origem da Mulher-Maravilha recontada

Mulher-Maravilha 2 (mai/2017) – Esta edição revisita a origem da Princesa Amazona, no arco Mulher-Maravilha Ano Um, cuja história alterna com a busca de Diana pelo seu passado na história que se passa nos dias atuais. Nesta HQ, ela pede ajuda à sua maior inimiga, a Mulher-Leopardo.

Os campeões de Gotham

Batman 2 (mai/2017) – Batman investiga a vida dos novos heróis de Gotham City: Gotham e Gotham Girl – que têm parte de suas origens reveladas e estão intimamente ligadas à própria origem do Homem Morcego. Tramas bem escritas, recheadas de mistério, suspense e aquele clima detetivesco que só o Batman tem.

Salvat anuncia expansão da Coleção Vermelha

Já era esperado… mas agora é oficial. Conforme tínhamos noticiado aqui, a coleção Os Heróis mais Poderosos da Marvel – gentilmente chamada pelos leitores de “Coleção Vermelha” – ganhou uma expansão com mais 40 volumes no exterior. Ontem, a Salvat anunciou, em sua página do Facebook, que essa extensão também será publicada por aqui, aumentando de 60 para 100 fascículos na coleção.

Extensão terá histórias clássicas inéditas no Brasil e outras em primeira republicação.

O primeiro volume (de número 61) o destaque será o Deadpool. A lombada também aumentará a imagem da arte de Adi Granov, destacando personagens como Mulher-Hulk, Nova, Senhor das Estrelas, Mulher-Aranha e, claro, o próprio Deadpool. É importante destacar que, embora a lista traga alguns personagens bastante obscuros e desconhecidos – caso dos Fugitivos, Vingadores Pet e Union Jack – muitas histórias clássicas terão sua primeira publicação no Brasil, como a Graphic Novel 4 (1982), que marcou a estreia dos Novos Mutantes nos EUA. Outras, serão republicadas pela primeira vez depois de vários anos – caso das HQs dos Fugitivos, Jovens Vingadores, Manto e Adaga entre outros.

Anúncio oficial da Salvat no Facebook

Veja abaixo os fascículos previstos, na ordem em que foram publicados lá fora (no Brasil poderá haver alterações nesta sequência). A coleção ainda está em circulação na Inglaterra e, por isso, os fascículos 94 a 100, ainda não tiveram seu título divulgado, mas atualizaremos esta tabela tão logo surjam novidades.

Nº. Título HQs originais
61 Deadpool Deadpool: Suicide Kings 1-5
New Mutants 98
62 Soldado Invernal Winter Soldier: The Bitter March 1.NOW-5
Captain America (Vol. 5) 6
63 Geração X Generation X 1-6
64 Jessica Jones The Pulse 1-5
New Avengers Annual 1
65 Senhor das Estrelas Annihilation: Conquest – Star-Lord 1-4
Marvel Preview 4
Star-Lord: Special Edition 1
66 Scott Lang: Homem-Formiga Fantastic Four (Vol. 2) 1-7
Marvel Premiere 47-48
67 Máquina de Combate War Machine (Vol. 2) 1-5)
Iron Man 281-285
68 Elektra Daredevil 174-181
Daredevil 168
69 Os Invasores Giant-Size Invaders 1,
Invaders (vol. 1) 1-6
Marvel Premiere 29-30
70 Garota-Aranha Spider-Girl 1-7
What If? (vol. 2) 105
71 Cavaleiro da Lua Moon Knight (vol. 5) 1-6
Werewolf by Night 32
72 Rocket Racum Rocket Raccoon (vol. 1) 1-4
Incredible Hulk 271
Marvel Preview 7
73 Vingadores da Costa Oeste Avengers: West Coast 89-91
West Coast Avengers 1-4
74 Hulk Vermelho Hulk (vol. 2) 22-24
Hulk (vol. 2) 42-46
75 Fugitivos Runaways 1-6
76 Capitão Britânia Captain Britain & MI-13 1-4
Captain Britain 1-2
Marvel Team-Up 65-66
77 Sentinela Sentry 1-5,
Sentry: Fantastic Four,
Sentry: Spider-Man,
Sentry: Hulk,
Sentry: X-Men,
Sentry: The Void
78 Academia Vingadores Avengers Academy 1-6
Enter The Heroic Age 1
79 Nova Annihalation: Nova 1-4
Nova (Vol. 1) 1-4
80 Vingadores: Grandes Lagos G.L.A. (Vol. 1) 1-4
West Coast Avengers (Vol. 2) 46
81 Mulher-Aranha Spider-Woman (Vol.4) 1-7
Marvel Spotlight #32
82 Jovens Vingadores Young Avengers Presents (Vol. 1) 1-6
Young Avengers (Vol. 1) 1
83 Mulher-Hulk Sensational She-Hulk 1-8
Savage She-Hulk 1
84 Novos Mutantes The New Mutants (Vol. 1) 18-21
Marvel Graphic Novel 4
85 Vingadores Pet Lockjaw and the Pet Avengers (Vol. 1) 1-4
Avengers vs. Pet Avengers (Vol. 1) 1-4
86 Manto e Adaga Cloak & Dagger 1-4
Peter Parker, The Spectacular Spider-Man 64
87 Union Jack Union Jack (vol. 2) 1-4
Union Jack 1-3
88 Homem-Aranha 2099 Spider-Man 2099 (vol. 2) 1-5)
Spider-Man 2099 (vol. 1) 1-3 e parte do material de Amazing Spider-Man (vol. 3) 1
89 Novos Guerreiros New Warriors 1-6
The Mighty Thor 411-412
90 Excalibur Excalibur 1-5
Excalibur Special
91 Venom (Flash Thompson) Venom (Vol. 2) 31-35
Amazing Spider-Man 574
Venom (Vol. 2) 1
92 Tropa Alfa Alpha Flight (vol. 1) 1-6 e parte do material de Alpha Flight (vol. 1) 7-8
X-Men 120
93 Homem-Aranha Ultimate Spider-Men 1-5
Ultimate Comics Spider-Man (vol. 2) 1
e parte do material de Ultimate Fallout 4
94 A divulgar  
95 A divulgar  
96 A divulgar  
97 A divulgar  
98 A divulgar  
99 A divulgar  
100 A divulgar

Novidade: Raio X, agora no Facebook!

A partir de agora, estamos também no Facebook. No dia em que se comemora o Dia do Orgulho Nerd (25 de maio), inauguramos uma fanpage na rede social para compartilhar notícias e informações com mais agilidade e atingirmos um público muito maior, uma vez que o Facebook é a rede social com maior número de usuários – mais de 1 bilhão de contas ativas (dados de 2016, divulgados pelo site de notícias G1).

Se você é fã da cultura pop, se gosta de saber sobre os últimos lançamentos em histórias em quadrinhos, quer saber mais sobre as estreias de cinema, com críticas em vídeo, se adora ver séries de TV e é um leitor compulsivo de obras literárias, clique neste link e curta nossa página. Mostre que você também tem orgulho de ser nerd!

 

Leituras da Semana – Maio (3)

Nesta terceira semana de maio, o destaque são vários encadernados, com excelentes fases dos personagens. São edições perfeitas para se conhecer o passado dos heróis e descobrir momentos inesquecíveis que definiram suas trajetórias e os transformaram em verdadeiros ícones da cultura pop.

Clássico é clássico.

Homem-Aranha – A Coleção Definitiva 2 – A Saga Original do Clone (mai/2017) – Quando se fala em Saga do Clone, a maioria dos fãs do Homem-Aranha torce o nariz, porque lembra de uma trama longa, confusa e que desconcertou todo o universo do herói aracnídeo. Mas a história que deu origem à esta saga absurda é fantasticamente boa e inteligente. Idealizada por Gerry Conway, um dos mais importantes roteiristas do Aranha – criador do Justiceiro e autor da morte de Gwen Stacy entre outras histórias espetaculares -, a Saga Original do Clone é uma história ágil, criativa, bem conduzida, cujos fatos levariam a uma conclusão lógica. Isso, claro, se algum roteirista maluco não resolvesse resgatar o roteiro e… bem, vocês sabem. E, se não sabem, melhor continuar sem saber. Leia este encadernado, curta a genialidade dos roteiros, os vilões excepcionais (Justiceiro, Chacal, Ciclone, Escorpião, Tarântula…) e termine com a sensação de ter um verdadeiro clássico em mãos, muito superior às duas edições anteriores desta coleção.

O essencial da Princesa Amazona

Lendas do Universo DC – Mulher Maravilha de George Pérez – Vol. 2 (mar/2017) – Que esta fase da Mulher-Maravilha é excepcional, já disse na crítica do volume 1 (leia aqui). Este volume, porém, tem alguns leves defeitos que, na minha opinião, o tornam inferior ao anterior. A primeira história, por exemplo, escrita em forma de textos ilustrados, é uma quebra na narrativa tradicional das histórias em quadrinhos e não há como negar sua originalidade. Porém, os textos longos e o uso de fontes diferentes (e pequenas) para cada interlocutor dificulta um pouco a leitura. A segunda HQ, que mostra o primeiro confronto da heroína com a Mulher-Leopardo, fecha o arco começado no volume anterior, mas também não empolga. Porém, o arco seguinte, que mostra Diana realizando várias tarefas para os deuses gregos – provavelmente inspirada na lenda dos Doze Trabalhos de Hércules – recupera o ritmo e fecha o encadernado com chave de ouro. Um material que dá gosto de ler e guardar para sempre.

Estreia da nova série “Aranha”, que tenta ser engraçada.

Aranhaverso 10 (mar/2017) – O destaque desta edição é a estreia de Aranha, uma série babaquinha que é uma espécie de Homem-Aranha Ano 1. É babaquinha porque está no clima da Marvel atual que é de “vamos fazer uma piadinha a cada diálogo” e não traz nada de novo á mitologia do herói (ainda bem, diga-se de passagem! Chega de retcons inúteis!), tornando-a desnecessária. Boas são as HQs do Homem-Aranha 2099 e da Mulher-Aranha, em seus últimos momentos de gravidez (que também tem o estilo engraçadinho, mas coloca a heroína em situações tão ridículas que são, sim, divertidas). Os Guerreiros da Teia, Teia de Seda e Gwen-Aranha também são boas histórias, mas são do tipo que ninguém mais vai lembrar depois que fechar a edição.