Novo Século lança livro baseado em Thor Ragnarok

A Editora Novo Século tem se destacado entre os fãs de super-heróis graças ao lançamento de vários livros baseados nos personagens da Marvel, alguns deles romanceando histórias já consagradas como Guerra Civil, Guerras Secretas, Homem-Aranha – A Última Caçada de Kraven e X-Men – Dias de um Futuro Esquecido, entre outros. A poucos dias da estreia do terceiro filme de Thor nos cinemas, a editora lança o romance Thor Ragnarok – O Livro do Filme, escrito por Jim McCann.

Livro adapta a aventura cinematográfica do Deus do Trovão

A obra narra o perigo que ameaça o mundo do Deus do Trovão. Seu meio-irmão Loki tomou o reino de Asgard das mãos de Odin, que está desaparecido e, com isso, Hela, a Deusa da Morte, surge com a intenção de usurpar o trono para si. Thor, por sua vez, encontra-se aprisionado num mundo distante, do outro lado do universo e, para escapar do cativeiro e salvar seu mundo da destruição, ele deve se submeter a uma batalha mortal com ninguém menos que o Incrível Hulk, seu antigo aliado, numa arena alienígena.

O livro é ilustrado com fotos da produção

Além da história do filme, o livro também inclui o conto A História da Ponte, escrita por Steve Behling, e 10 páginas com imagens inéditas e exclusivas da produção. Thor Ragnarok: A História do Filme tem 208 páginas e já está à venda nas livrarias ao preço aproximado de R$ 29,90. O livro também pode ser comprado pelo site da Novo Século. A editora também disponibiliza gratuitamente o primeiro capítulo para leitura pela plataforma Issu. Para ler 14 páginas, basta clicar aqui.

Imagens inéditas e exclusivas

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Dica Literária: Sílvio Santos: A Trajetória do Mito

Dizem por aí que tudo que Sílvio Santos toca vira dinheiro. O livro Sílvio Santos: A Trajetória do Mito, do professor e pesquisador Fernando Morgado, é uma prova de que o animador não precisa nem tocar para fazer sucesso: basta trazer seu nome e já é garantia de boas vendas. Lançado no início deste ano, o livro já está em sua quarta edição, o que significa que, em cerca de cinco meses, foram vendidos exemplares suficientes para garantir quatro reimpressões.

Livro traz texto dissertativo e declarações do próprio animador.

Publicado pela editora Matrix, o livro não se limita a contar a história do empresário e animador, mas inclui uma série de depoimentos saídos de sua própria boca que mostra como pensa e age um dos artistas mais amados do Brasil. O livro é dividido em seis capítulos: o primeiro traça, em linhas gerais, um perfil do homem Senor Abravanel, o filho de imigrantes que começou sua vida como camelô e, com uma visão empreendedora como poucos, evoluiu, enriqueceu e se transformou em dono de uma das maiores redes de televisão do País.

O autor, em noite de autógrafos na livraria Saraiva.

Os seguintes, temáticos, apresentam um perfil de Sílvio sobre Negócios, o Artista Sílvio Santos, o Dono de Televisão, o ingresso na Política e a Vida Pessoal. O livro termina com uma breve linha do tempo cronológica de sua vida. A obra tem uma leitura tão cativante e ágil que é praticamente impossível parar de ler. O pensamento de Sílvio Santos, por vezes contraditório (ora extremamente conservador, ora liberal), e sua linha de trabalho disciplinada consistem de um verdadeiro modelo de dedicação e perseverança, admirável até mesmo para quem não acompanha seu programa dominical. Simplesmente porque a história de Sílvio Santos vai além do artista e apresentador, mas entra em outros campos, como empreendedorismo, disciplina, honestidade, ética, visão de mundo e muito mais.

Morgado entregou seu livro pessoalmente a Sílvio Santos.

Trata-se de uma leitura apaixonante, não apenas pela suntuosa figura que Sílvio Santos representa, mas porque sua história de vida é, de fato, um exemplo de como o trabalho é importante na vida de uma pessoa. É fato que nem tudo que Sílvio Santos faz é digno de elogios ou de aprovação. No entanto, pelo texto, é possível ver que os motivos por trás de suas atitudes mais polêmicas são corretos, dentro de seu ponto de vista.

Ma oeeee… Sílvio Santos exibe sua biografia.

A apuração do autor é tão boa que apresenta muitos fatos inéditos (ou, ao menos, bem pouco divulgados) na vida do apresentador, que tornam ainda mais rica sua trajetória. Sílvio Santos é um mito, mas Senor Abravanel é um homem como qualquer um de nós, que precisou de ajuda de muita gente para galgar os degraus do sucesso – entre elas, Manoel de Nóbrega, a quem considera como um pai – mas que soube aproveitar suas oportunidades para fazer delas não apenas um degrau, mas um elevador. E que hoje ensina: “vamos sorrir e cantar porque do mundo não se leva nada”.

Dica Literária: O Chamado dos Bisões

Terceiro livro da série Fábulas da Terra, o livro O Chamado dos Bisões é mais um belíssimo conto da autora Paola Giometti, que narra a história da pequena Mika, uma filhote de bisão que se perde da família durante a migração anual da sua espécie e precisa caminhar sozinha para reencontrar seus rebanho, enfrentando inúmeros perigos comuns à espécie, como lobos, coiotes e o mais perigoso de todos os animais, conhecido como Nukpana.

Série Fábulas da Terra possui outras duas obras

O livro completa uma trilogia iniciada com O Destino do Lobo (2015) e O Código das Águias (2016), com os personagens Biso e seu bisneto, a quem ele transmite as lições que aprendeu dos animais em sua evolução e luta pela sobrevivência. De forma lúdica, a narrativa de Biso invade o pensamento dos animais e os humanizam, fazendo seu bisneto (e todos os leitores) compreender os preciosos ensinamentos trazidos pelos antepassados, que permanecem pelas gerações.

Bovinos migram para atender ao chamado de seus antepassados.

O fio condutor da história é a migração e o porquê da necessidade dos bisões ficarem mudando de lugar ano a ano para fugir do fustigante frio de inverno da região montanhosa, mas com isso colocando sua própria integridade em risco ao se exporem aos predadores e à incerteza da chegada. Ao mesmo tempo em que resgata uma consciência histórica – os bisões já foram abundantes nas pradarias da América do Norte, mas a caça acabou por ameaçar a espécie de extinção – a história traça um paralelo com a trajetória humana em busca de seu próprio crescimento interior.

A autora apresenta, com sensibilidade, toda sabedoria da Mãe Natureza

Não bastasse a sensibilidade com que conduz a história, a autora também é responsável pelas ilustrações do livro, que são poucas, mas sempre surgem em momentos-chave da leitura, transmitindo ainda mais o clima tocante da narrativa. Embora sejam obras independentes e uma não dependa da outra para ser compreendida, os três livros da autora se interligam por meio de sutis referências que os leitores mais atentos percebem com facilidade. Por tratar do reino animal, lobos, águias e bisões são coadjuvantes na história uns dos outros e isso torna tudo muito mais completo ao deixar claro que, na natureza, ninguém está sozinho e somos todos parte de um todo.

Ilustrações da autora são tocantes

O Chamado dos Bisões é uma publicação da Andross Editora, sob o selo Engrenagem. Tem 144 páginas e pode ser adquirido nas livrarias e pelo site da autora.

Crítica: Diário de um Banana – Caindo na Estrada

Com um certo atraso, mas ainda em tempo, o filme Diário de um Banana – Caindo na Estrada pode ser uma boa dica de diversão, se você resolveu – com o perdão do trocadilho – não cair na estrada neste feriado prolongado e procura uma opção despretensiosa para curtir com a família. O longa-metragem é baseado na série de livros do autor americano Jeff Kinney, que já está no 12º. volume (a ser lançado em novembro) e já teve três filmes antes deste: Diário de um Banana (2010), Diário de um Banana 2 – Rodrick é o cara (2011) e Diário de um Banana 3 – Dias de Cão (2012).

É o quarto filme da série, mas adapta o nono livro.

Apesar disso, os filmes não seguem a cronologia dos livros, sendo, respectivamente o primeiro, segundo e quarto volumes. O atual filme adapta o 9º. livro da série, que é também o mais engraçado por colocar o protagonista, o impopular Greg Heffley, em situações para lá de inusitadas quando seus pais resolvem tirar um final de semana em família e visitar uma velha tia que fazia seu 90º. aniversário e morava em outra cidade. O filme também segue essa premissa e reserva bons momentos com as confusões de Greg e seus familiares pela estrada, lembrando bastante a série de filmes Férias Frustradas, protagonizados por Chevy Chase.

Estreia embananada

A novidade deste longa é a troca do elenco, uma vez que o ator Zachary Gordon, intérprete de Greg Heffley nos três filmes anteriores, cresceu e não tinha mais condições de representar um adolescente na faixa dos 14 anos. O novo “banana” é interpretado Jason Drucker, que não faz feio no papel, além de ser muito mais parecido com a caricata figura dos livros do que Gordon. No entanto, o garoto não tem o mesmo carisma que seu antecessor, o que pode ter prejudicado o desempenho do filme.

Um passeio em família se torna uma verdadeira saga para os Heffley.

O restante do elenco é formado por Alicia Silverstone e Tom Everett Scott, como os pais de Greg, Charlie Wright, como o irmão Rodrick (esse sim, ruim de dar dó) e Owen Asztalos como o melhor amigo Howley, cuja participação foi relegada a uma breve aparição no início e outra no final do filme. Uma pena. Os gêmeos Dylan e Wyatt Walters se revezaram no papel de Manny, o irmão mais novo de Greg. A história mostra a mãe de Greg querendo criar situações que aproxime os membros da família, contrariando os filhos, que preferem ter sua própria diversão. Ela organiza uma viagem para visitar uma tia nonagenária e Greg só aceita porque o caminho fica próximo de uma convenção de videogames, onde ele poderá conhecer seu ídolo do You Tube e, dessa forma, ganhar popularidade entre seus amigos.

Referências…

Obviamente, nem tudo – leia-se “nada” – dá certo nessa viagem, que é recheada de trapalhadas e situações inusitadas, principalmente com a presença constante do “Sr. Barbudão” (Chris Coppola), um pai de família totalmente mal educado, também passeando com seus familiares e que, para azar de Greg, segue o mesmo caminho. O tremendo azar do garoto reserva até uma engraçadíssima referência à cena do chuveiro de Psicose (1960), entre outras gags.

“Peraí, essa nota tá mais baixa que a da banda Fräwda Xeia”

Nos Estados Unidos, Diário de Um Banana – Caindo na Estrada teve a pior cotação dos filmes da série (apenas 39 no Metascore, site que faz uma média das notas de vários sites especializados, contra 56, 51 e 54 dos longas anteriores), o que não deixa de ser estranho, uma vez que o diretor David Bowers manteve o espírito da franquia (apenas o primeiro filme teve direção de Thor Freudenthal). Mais do que isso, ele é também o roteirista, juntamente com o autor Jeff Kinney (que também faz uma aparição no filme, a exemplo de Stan Lee nos longas da Marvel). A justificativa, provavelmente, se deve à troca de elenco, cuja falta de entrosamento transpareceu no resultado final e, para um filme familiar, é uma falha irreparável.

Caindo na estrada… literalmente.

Uma pena, pois Caindo na Estrada é um filme divertido e fiel ao livro no qual é inspirado. Não se trata de uma produção para arrancar elogios nem para concorrer ao Oscar, mas também não justifica uma cotação tão negativa, principalmente porque cumpre aquilo a que se propõe, que é ser uma comédia feita apenas para descontração. Nesse quesito, o longa vale mais a pena do que o stress causado por horas perdidas numa estrada congestionada.

Cotação: 

 

Ultraman ganha livro teórico

Criado em 1966 por Eiji Tsuburaya, o herói Ultraman se tornou um ícone no Japão (tão importante quanto o Superman é para os americanos) e conquistou também outros países, entre eles o Brasil. Por isso mesmo, é surpreendente que só 50 anos depois o personagem  venha a ganhar um livro teórico, com informações a respeito do seriado. Lançado pela Editora Estronho, o livro Ultraman é a obra de estreia de Danilo Sancinetti Modolo e se junta a outros livros da editora que abordam séries de TV famosas nas décadas passadas.

O autor em seu canal do YouTube

Segundo o autor, Ultraman é uma referência do gênero tokusatsu (filmes de efeitos especiais) e abriu caminho para outras produções envolvendo super-heróis que enfrentam monstros gigantes. Piracicabano morando atualmente na Europa, Modolo criou o TokuDoc, um canal no YouTube para trocar informações com fãs do mundo inteiro a respeito de sua paixão por séries japonesas. Hoje, o canal conta com mais de 60 mil inscritos e motivou o autor a escrever o livro.

Ultraman é tão famoso que gerou uma “família” e continua sendo exibido até hoje.

Com 188 páginas, a obra faz parte da coleção TV Estronho e celebra o cinquentenário da série de TV – embora com um ano de atraso, mas antes tarde do que nunca! – trazendo um histórico completo do seriado, suas séries derivadas, entrevistas com dubladores e outras pessoas envolvidas com a exibição de Ultraman em nosso País, num trabalho de pesquisa bastante minucioso que traz, com exclusividade, a data exata e o canal que lançou Ultraman no Brasil. “Foi a parte mais demorada garimpar o suficiente para achar tal informação, mas é uma honra gigante, com o perdão do trocadilho, poder encontrar e dividir essa informação perdida há décadas, num país que mal conserva suas memórias televisivas”, comemora.

Não há monstro de borracha com zíper aparecendo que derrote o herói japonês.

O autor virá ao Brasil nos próximos dias para o lançamento do livro e estará em diversos locais para sessões de autógrafos e bate-papo com os fãs. “São poucos dias em meu país e será a oportunidade perfeita para encontrar os amantes dos super-heróis japoneses pessoalmente, numa ocasião tão especial que é o lançamento do meu primeiro livro sobre o tema e esse universo”. Veja abaixo onde acontecerão esses eventos (com link do evento no Facebook, para mais informações)

12/8 – Curitiba (PR) – Local: Literatiba (Memorial de Curitiba – R. Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco)
15/8 – Campinas (SP) – Local: YoouGeek (Rua Olavo Bilac, 142 – Cambuí)
17/8 – Sorocaba (SP) – Local: Retroid (Rua Rio Grande do Sul, 420)
19/8 – São Paulo (SP) – Local: MIS – Museu da Imagem e do Som (Avenida Europa, 158 – Jardim Europa)
20/8 – Salvador (BA) – Local: Biblioteca Central (Sala Walter da Silveira – Rua General Labatut, nº 27, subsolo, Barris)
22/8 – Piracicaba (SP) – Local: SESC (Rua Ipiranga, 155)

Coleção inclui vários livros sobre séries famosas

A Editora Estronho tem se especializado em lançar, entre outras obras, livros teóricos sobre séries de TV. A editora já publicou Perdidos no Espaço (produzida por Irwin Allen), Kung Fu (famosa série com David Carradiine) e até mesmo a brasileira Shazan, Xerife & Cia, que revelou o ator Flávio Migliaccio. No site da editora, mais informações sobre as obras e como adquiri-las e abaixo você relembra a abertura da série:

 

Dica Literária: Cavaleiro Negro

No início deste ano, foi lançado pela Darda Editora o livro Cavaleiro Negro, primeiro livro solo do autor Davi Paiva. O escritor já participa há vários anos de antologias, juntamente com outros autores e até já chegou a ser organizador de duas delas para a mesma editora – Poderes (cuja crítica fizemos aqui) e o recém-lançado Monstros Entre Nós (aguarde crítica para breve) – mas é a primeira vez que Paiva tem um livro inteiro só seu.

A trajetória de um garoto se transformando num homem sedento de vingança.

A trama conta a história do jovem Fidler Koogan, desde sua infância trágica até ele se tornar o rei da província de Ryddle, do fictício mundo de Raysh (uma analogia à palavra alemã reich – império, nação). O livro se divide em sete arcos – Infância, Esgrima, Veneno, Magia, Convocação, Guerra e Rei -, cada um deles contando uma fase da transformação do ambicioso Fidler num hábil lutador de um estilo proibido de luta, mostrando sua determinação em atingir seus objetivos e arquitetar uma vingança contra aqueles que lhe fizeram sofrer.

Uma jornada inesperada pelo reino de Raysh.

É clara na história a influência de obras como Game of Thrones, O Senhor dos Anéis, Star Wars, Eragon e outros épicos da fantasia, além de games como Ragnarök e Magic – The Gathering, mas o autor constrói sua história com muito cuidado, dando profundidade aos personagens e amarrando a trama tão minuciosamente que até a contagem do tempo é impecável. Há também um mapa do reino de Raysh, para situar o leitor no espaço, mostrando o cuidado com que o autor construiu sua história. O livro é tão envolvente que, mesmo sabendo que o caminho trilhado por Fidler é pouco ético, não deixamos de torcer pelo seu sucesso e a concretização de sua vingança.

Criador e criatura

Assim como George R. R. Martin, autor da saga Game of Thrones, Paiva não se priva de matar personagens importantes, criando reviravoltas surpreendentes na trama, principalmente nos primeiros capítulos. O resultado é uma obra envolvente, de leitura simples e uma trama perfeitamente bem conduzida cuja única crítica negativa fica para a capa do livro, de difícil visualização (espada preta no fundo preto não dá!) e tão simplista que não corresponde ao seu conteúdo.

A capa é simples demais para um conteúdo tão rico.

De qualquer forma, o ditado “não julgue um livro pela capa” é levado ao pé da letra nessa obra. Imperdível a todos os amantes de fantasia medieval! Cavaleiro Negro tem 360 páginas e pode ser adquirido pelo site da Darda Editora.

Dias de um Futuro Esquecido chega em romance

Já pode começar a roer as unhas?

Já pode começar a roer as unhas?

A Editora Novo Século, responsável pelo lançamento de vários livros dos personagens Marvel, anunciou em seu Instagram o próximo lançamento para 2017: será a romantização da saga Dias de Um Futuro Esquecido, uma das mais icônicas histórias dos X-Men de todos os tempos, que também foi adaptada para o cinema em 2014. O autor é Alex Irvine, o mesmo que adaptou a saga Guerras Secretas, também lançado pela editora dois anos atrás. A obra deve chegar às livrarias nos próximos dias, visto que, segundo informações no Instastorie – um aplicativo que permite gravar vídeos curtos que são apagados pouco tempo depois, semelhante ao Snapchat – o produto “acabou de chegar da gráfica”. Nós já estamos querendo!!

Para quem não sabe, Dias de um Futuro Esquecido (publicada em X-Men 141 e 142, 1981) mostra um futuro sombrio onde os robôs Sentinelas dominaram o mundo e passaram a escravizar mutantes. Uma idosa Kitty Pryde volta sua mente no passado e toma o corpo de sua versão jovem para, auxiliada pelos X-Men, evitar um evento que seria o gatilho para que este futuro acontecesse.