Leituras da Semana – Agosto (2)

Segunda semana da agosto, comemoramos o Dia dos Pais e também listamos as revistas lidas esta semana, que foram poucas, mas interessantes. A única exceção é a revista do Mickey, que deixou um sentimento de frustração que ainda não consegui superar.

Edição (nada) comemorativa.

Mickey 900 (jul/2017) – Chegar à edição 900 de uma revista em quadrinhos publicada ininterruptamente é uma façanha que poucas vezes se conseguiu no Brasil. Por isso, não mereceria menos do que uma baita edição comemorativa, mas infelizmente, tirando-se a referência na capa e um editorial na última página (sim, na última) que, inclusive já foi até compartilhado na internet antes de sair a revista, a edição 900 da revista Mickey é de uma pobreza de dar dó. Tudo bem que o tamanho da revista (52 páginas) não permite muita coisa, mas a Editora Abril já foi mais “festeira” com edições importantes. Tomara que, quando a revista chegar às 1000 edições, receba algo além de duas míseras histórias e um editorial.

Mistério resolvido

Thor 6 (jul/2017) – O mistério da aparição de Jane Foster e Thor ao mesmo tempo é resolvido nesta edição… e a conclusão é surpreendente e, ao mesmo tempo, frustrante. A história é bacana, mas a invenção de um conceito totalmente novo num personagem tão clássico me desagradou. Principalmente porque, mitologicamente falando, não creio que exista qualquer ligação com o fato narrado e também porque muda completamente a origem de Thor como a  conhecemos (Claro que o Thor clássico também tinha suas liberdades poéticas, mas procurava seguir a mitologia nórdica tão fiel quanto pudesse. Já esse acontecimento, parece-me mais uma invencionice criada para agradar minorias.) Em todo caso, as duas histórias desta edição são interessantes.

Conclusão do arco Mulheres-Aranhas

Aranhaverso 14 (jul/2017) – A conclusão do arco Mulheres-Aranhas reserva bons momentos, com as aracnídeas voltando à nossa dimensão para descobrir que a Teia de Seda da Terra 65 manchou a imagem da nossa Seda, conseguiu uma forma de anular os poderes de Gwen-Aranha e deixou seu agente no apartamento da Mulher-Aranha para ameaçar seu bebê. A série manteve a qualidade e a descontração, garantindo bons momentos (como Jéssica lutando com seu algoz e parando no meio da briga para cuidar do bebê). E ainda tem Homem-Aranha 2099 e a divertida Guerreiros da Teia. Vale a leitura.

Elektra não está contente.

Demolidor 13 (jun/2017) – Sem Mark Waid pilotando o título, o Demolidor teve uma queda na qualidade dos roteiros, mas nada que comprometa o conteúdo. As histórias de Charles Soule são dinâmicas, leves e têm diálogos ágeis, preocupando-se mais em apresentar a ação do que em ficar complicando a cabeça dos leitores com tramas complexas que não levam a nada. As coisas começam e terminam ali mesmo, sem enrolações, o que é um mérito. Esta edição conta com várias participações especiais: Elektra, Homem-Aranha, Eco… Diversão garantida!

 

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