Leituras da Semana – Fevereiro (1)

blog-logo-leiturasConforme dissemos aqui, esta sessão se torna semanal a partir deste mês, para reduzir o tamanho do texto e também para proporcionar mais agilidade nas informações (muito embora algumas HQs ainda estejam atrasadas, mas estamos colocando em dia). Para marcar a mudança, ganhamos um logotipo, trazendo o simpático Hulk no traço de Marie Severin. Espero que tenham curtido.

Um simpático extraterrestre nacional

Um simpático extraterrestre nacional

Ginho, o ET de Varginha (out/2016) – Leia a crítica completa desta HQ clicando neste link.

Esquadrão Supremo chegou para causar.

Esquadrão Supremo chegou para causar.

Avante, Vingadores 1 (dez/2016) – Nesta nova fase da revista, o mix apresenta os heróis no universo pós-Guerras Secretas, com alguns reflexos do evento. Um deles é a Força-V, equipe formada apenas por mulheres, que uma minissérie bacana como parte da saga e agora ganham um título próprio. A Capitã Marvel, que ganhou o status de “heroína mais poderosa da Terra” (literalmente falando) também inicia uma nova fase como protetora da Terra ao lado da Tropa Alfa. Ao mesmo tempo, a heroína também faz parte da nova equipe dos Supremos, responsável por realizar “tarefas supremas”.  O Totalmente Incrível Hulk é uma bobagem totalmente dispensável, uma tentativa de tornar o Verdão mais cool e descolado, mas que só consegue imbecilizar o personagem. Agora, a série do Esquadrão Supremo é algo perturbador, incômodo, deixou um embrulho no estômago e o queixo caído com uma cena que mostra a atitude da equipe em “defender” a Terra a qualquer custo. Uma cena chocante e até exagerada, como nunca tinha visto antes, principalmente com os envolvidos. Sem dúvida, mexeu comigo e quero ver o que vai dar a repercussão deste fato.

Edição com ótimas histórias

Edição com ótimas histórias

Os Vingadores 2 (Dez/2016) – Esta segunda edição de Vingadores explora a relação entre a Ms. Marvel e o Nova, os dois membros adolescentes da equipe (além do Homem-Aranha Latino), mostrando como se conheceram e a tensão que surgiu entre ambos. Os Vingadores enfrentam o Guerrilheiro e temos mais algumas pistas a respeito do misterioso Sr. Gryphon, comprador da antiga Torre Stark. Em Fabulosos Vingadores, o Capitão Rogers admite Deadpool na equipe e ganha a antipatia do Homem-Aranha (e quem pode culpá-lo?). A nova formação do grupo conta também com o Tocha Humana, após a dissolução do Quarteto Fantástico. Todas as histórias têm um bom ritmo ao construir a nova mitologia em torno das equipes.

Tudo novo na revista dos Guardiões

Tudo novo na revista dos Guardiões

Guardiões da Galáxia 1 (Dez/2016) – A equipe dos Guardiões em nova formação: sai o Senhor das Estrelas, entra a Senhora das Estrelas; sai Gamora, entra o Coisa. Segundo consta no editorial, é uma sequência dos eventos antes de Guerras Secretas, mas sinceramente, não me lembro de ter visto a inclusão do Coisa na equipe, nem o surgimento da Senhora das Estrelas e muito menos a antipatia que Rocky desenvolveu por Peter Quill depois que ele se tornou o rei de Spartax. Ok, pegamos pelo contexto e bola pra frente. As histórias são muito boas, com o humor característico dos Guardiões em todas as histórias do mix, que conta também com a série solo do Drax, onde o caçador espacial parte para cumprir sua missão de matar Thanos. Em Rocket Racoon e Groot, os dois amigos provam que são únicos no universo. Ou não. Muito bom!

Um marco absoluto

Um marco absoluto

Coleção de Graphic Novels DC 24 – A Morte do Superman (ago/2016) – Este encadernado mostra o despertar do monstro Apocalypse e sua caminhada destruidora pela cidade, até confrontar com o Homem de Aço. Na época, não foi revelada a origem de seus poderes (ele é kryptoniano e possui a habilidade de se adaptar às dificuldades, aprendendo e evoluindo constantemente). Talvez os criadores nem tiveram essa ideia – dar-lhe uma origem. Queriam apenas criar uma força invencível capaz de levar o Superman à “morte” a fim de chamar a atenção para o personagem que andava impopular. Deu certo, pois o herói voltou à mídia. Publicada em vários capítulos, é interessante notar a “contagem regressiva” nos quadrinhos das edições que compõem a saga: com histórias em quatro quadros por página; depois três quadros na história seguinte; em seguida, dois e, por fim, na derradeira Superman 75, com a batalha final entre o herói e o monstro, todas as páginas em apenas um quadro. Uma obra de arte que pode não ter o mesmo impacto hoje como teve na época em que foi publicada, mas ainda mantém seu status de clássico.

No próximo domingo, teremos mais resenhas.

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