Crítica: Procurando Dory

blog abreTreze anos depois de sua primeira aparição no cinema, a peixinha esquecida Dory está de volta em uma nova aventura. Procurando Dory (Finding Dory, 2016) estreia amanhã nos cinemas, trazendo novamente a temática da família e da amizade. Dory, que sofre de perda de memória recente, de repente se lembra de sua infância e de seus pais e percebe que não sabe o que aconteceu a eles. Assim, decide partir numa busca para reencontrá-los.

Dory lembra que esqueceu de seus pais e parte em busca deles.

Dory lembra que esqueceu de seus pais e parte em busca deles.

Na jornada, conta com a ajuda de alguns velhos conhecidos do público (como Marlin, Nemo e as tartarugas), antigos amigos de Dory (como a baleia Destiny) e também novos amigos de caminhada, como o polvo Hank e os leões marinhos Fluke e Rudder. Enquanto Dory procura seus pais, o público fica conhecendo, por meio de flashbacks, a história de sua infância e como foi aprendendo a driblar sua síndrome, de forma lúdica e divertida.

O polvo Hank vai dar uma mãozinha - ou sete - para ajudar Dory.

O polvo Hank vai dar uma mãozinha – ou sete – para ajudar Dory.

As pistas levam Dory até o Instituto de Vida Marinha, onde ela conhece Hank, um polvo de sete tentáculos – ele perdeu um deles e, por conta disso, se tornou amargo e mal humorado – que é mestre em camuflagem e se torna uma ajuda fundamental para Dory conseguir atravessar o Instituto. Ela também encontra auxílio em sua amiga de infância Destiny, uma tubarão-baleia que também tem seus problemas: ela não tem senso de direção para nadar. Juntamente com Bailley, uma baleia branca que perdeu seu sonar biológico, o quarteto vai descobrir que as deficiências podem ser superadas com otimismo e bom humor.

Dá pra resistir a esses olhinhos da Dory Bebê?

Dá pra resistir a esses olhinhos da Dory Bebê?

Ao mesmo tempo, Marlin e Nemo também estão na busca por Dory, principalmente porque Marlin sente remorso por uma coisa que disse a Dory. O peixe-palhaço e seu pequeno filho aventureiro também vão aprender que a amizade é mais importante que os defeitos pessoais. Embora não seja melhor que seu antecessor, Procurando Dory mantém o mesmo clima de trapalhada e diversão, mas também reserva momentos sentimentais e emocionantes. A jornalista Marília Gabriela faz uma participação interpretando ela mesma como a locutora do Instituto de Vida Marinha na versão brasileira – no original, a voz é da atriz Sigourney Weaver.

Fofura extrema no curta animado Piper

Fofura extrema no curta animado Piper

Procurando Dory é mais um acerto da Pixar e mais uma animação para entrar no ranking dos melhores filmes do ano, que prometia ser o ano dos super-heróis, mas está perdendo feio para os desenhos animados. De bônus, ainda há o curta animado Piper, que mostra os primeiros passos de um bebê-gaivota na busca por alimento numa praia. Um show de fofice que faz o coração bater palmas de felicidade. Nem a Dory vai esquecer essa experiência.

Cotação: blog cotaçãoDory

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