Crítica: Maze Runner – Prova de Fogo

blog abreNeste final de semana, estreou o filme Maze Runner – Prova de Fogo (Maze Runner – The Scorch Trials), a continuação do filme lançado no ano anterior, baseado na série de livros escritos por James Dashner (leia crítica aqui). No Brasil, as obras foram publicadas pela V&R Editores. O filme dá continuidade à trama onde o anterior parou, quando os garotos encontraram a saída do labirinto e descobriram que eram cobaias de um experimento científico do C.R.U.E.L., o grupo que gerenciava o jogo mortal onde os jovens foram inseridos.

Quando todos estão muito gentis, desconfie.

Quando todos estão muito gentis, desconfie.

A trama começa quando Thomas (Dylan O’Brien), Minho (Ki Hong Lee), Newt (Thomas Brodie-Sangster), Winston (Alexander Flores) e Teresa (Kaya Scodelario) são conduzidos a um laboratório superprotegido num deserto. Ali, eles conhecem Janson (Aidan Gillen), o responsável pelo local, além de outros jovens que também eram sobreviventes do labirinto e haviam sido resgatados anteriormente. Não tarda para que Thomas perceba que há algo estranho com o local: Teresa é levada para algum lugar inacessível aos outros e os rapazes, embora sejam bem tratados, parecem ser prisioneiros, sempre conduzidos a seus quartos e trancados lá.

Fim da linha? Não... o começo da correria!

Fim da linha? Não… o começo da correria!

Com a ajuda de Aris (Jacob Lofland) e Caçarola (Dexter Darden), Thomas descobre que os jovens ali presentes fazem parte de uma geração de sangue puro e livre do vírus que contagiou o mundo em que vivem e, por isso, são valiosos na busca da cura. Porém, Thomas acaba descobrindo também que nem tudo no laboratório é o que parece e, depois de resgatar Teresa, ele e seus amigos conseguem fugir do se aventurar no deserto.

Literalmente, se arrastando pelo deserto

Literalmente, se arrastando pelo deserto

Ali, o grupo enfrenta várias ameaças enquanto que variam de zumbis (os infectados que, ao contrário dos zumbis “normais”, não são vagarosos nem descerebrados, mas o inverso: inteligentes, rápidos e mortais) a grupos rebeldes que se opõem ao C.R.U.E.L., além dos próprios soldados do laboratório, que os persegue. Em sua jornada, os garotos conhecem Jorge (Giancarlo Esposito) e Brenda (Rosa Salazar), que se tornam aliados.

As coisas meio que viram de pernas para o ar para os garotos

As coisas meio que viram de pernas para o ar para os garotos

Enquanto que o filme anterior era focado no mistério e no clima de paranoia, este é mais voltado para a ação ininterrupta e na luta dos garotos para manterem sua liberdade. Com isso, perde-se o atrativo de ter a atenção do público presa para saber o que vai acontecer a seguir em detrimento a um clima frenético que, por vezes, cria algumas situações mal explicadas e contra o bom senso, como lanternas que surgem do nada ou vidros frágeis e quebradiços que se tornam quase indestrutíveis de um momento para outro.

A postos para a continuação em 2017

A postos para a continuação em 2017

No entanto, esses pequenos defeitos não tiram a diversão da história, que continua interessante e nos faz torcer pela equipe – e xingar quando um fato no final cria o clímax para a próxima aventura, A Cura Mortal, que está previsto para fevereiro de 2017. Considerando que o filme também estreou na sexta nos EUA (apenas um dia depois do Brasil) e já é o mais assistido do fim de semana, com bilheteria de US$ 30,3 milhões, a franquia Maze Runner já ocupou o seu lugar entre os grandes clássicos juvenis como Harry Potter, Jogos Vorazes e Divergente. Boa notícia para quem curte uma boa trama de suspense, mesclada com romance teen e ação frenética.

Cotação: blog cotaçãomaze2

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